sexta-feira, 23 de março de 2012

estamos a pastar informação ...


Enquanto isso, vamos estudar um pouco mais, para podermos, mais tarde, entender o verdadeiro significado filosófico da palavra "falta de lealdade".
Aproveitamos ainda para pastar o que quer dizer isenção, imparcialidade...
Lá por alguém querer que sejamos "todos" umas ovelhas, não quer dizer que tenhamos sempre de seguir quem segue na frente...
Há sempre uma ou outra ovelha tresmalhada...
E há sempre um Lobo Mau que tenta comer as "ovelhas perdidas"!...

sexta-feira, 16 de março de 2012

para meditação...


Fidelidade tem por origem o vocábulo latino ‘fidelitate-’.

Fidelidade significa a «qualidade daquele que é fiel; lealdade; exactidão; honestidade; semelhança».

Lealdade tem por origem o adje(c)tivo leal, que por sua vez provém do vocábulo latino ‘legale-’.
O adje(c)tivo leal significa: «conforme com a lei; que não falta às suas promessas; sincero; franco; honesto; fiel; dedicado».

Lealdade significa: «qualidade de quem é leal; fidelidade; sinceridade; acção leal».
Lealdade, que tem origem na palavra leal, tem vindo a alargar o seu âmbito e a convergir com o campo semântico de fidelidade.

obediência- acto de cumprir ordens

Submissão -

1. acto de obedecer a alguém, algo: a submissão às leis

2. disposição para obedecer: espírito de submissão

Legalidade- subst. f.

1. carácter do que é legal: respeitar a legalidade


ilegal- adj. m+f.

1. que vai contra a lei: um acto ilegal;

abuso de poder - excesso de autoridade

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

bom natal e que o próximo ano traga coisas melhores

A todos os nossos amigos, desejos de um Santo Natal.
Pedimos a Maria Santíssima e ao Deus Menino que preze dia e noite por nós e por todos os nossos colegas em serviço.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

a verdadeira história dos matraquilhos

O galego Alexandre Finisterre foi ferido em 1936 durante a Guerra Civil Espanhola. No hospital em que ficou internado, em Monserrat, conheceu muitas crianças também feridas e impossibilitadas de jogar futebol. Então, ele se inspirou no tênis de mesa e criou o futebol de mesa.

A partir das instruções de Finisterre, seu amigo Francisco Javier Altuna desenvolveu a ideia construindo a mesa e os componentes de madeira e metal que integram o jogo. A invenção foi patenteada em 1937, mas, após escapar do fascismo na França, Finisterre perdeu os papéis da patente. Depois de ter sido exilado para a América do Sul, introduziu algumas alterações, como as barras de aço, e divulgou o jogo pelo continente.

O jogo rapidamente divulgou-se pela Europa. Tanto que, na década de 1960, quando Alexandre Finisterre regressou à Espanha, o jogo encontrava-se já largamente divulgado, embora muito do crédito desta divulgação se deva ao fato dos fabricantes valencianos o assumirem como jogo nacional.

Contudo, essa versão da origem do futebol de mesa é contestada pelos alemães, que garantem que o jogo foi criado por Broto Wachter, que teria comercializado uma mesa de futebol já em 1930. A diferença é que todos os objetos eram de madeira, incluindo as barras, e os "jogadores" não tinham forma de bonecos, sendo pequenos triângulos.

Hoje em dia, o futebol de mesa é muito popular e as mesas mais modernas possuem barras de titânio, bonecos de plástico e até placar electrónico.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

informação de carácter sindical e associativo

Querendo nós apenas dar uma resposta concreta ao conjunto de pessoas (polícias) que de uma forma ou outra nos tem questionado (bem como os que possam vir a questionar-nos) sobre “ quais os motivos que motivaram a transferências dos 4 chefes da Divisão de Lamego, para o Comando de Viseu, sem que o Comando tenha substituído as vagas deixadas em aberto, em Lamego”, cumpre-nos informar os caros colegas e associados que a ASPP/PSP de Lamego nada sabe acerca dos motivos dessas transferências. Aliás, no dia anterior à publicação na ordem de serviço, o Sr. Comandante e segundo comandante distritais estiveram reunidos com o pessoal na Divisão de Lamego e se não disseram nada naquela altura foi porque entenderam não ser oportuno. Obviamente que as transferências não é assunto de «sindicatos» porque se fosse, a questão hoje não se colocava porque há anos que andamos a alertar diversas entidades sobre o «esvaziamento» da divisão de Lamego.
Desse modo sugere-se que, individualmente, quem estiver interessado em obter respostas que coloque a pergunta a quem de direito, neste caso, ao Sr. Comandante Distrital ou ao Sr. segundo Comandante e de preferência por escrito, para ficar devidamente documentado.
Sobre o «boato» do encerramento da Divisão de Lamego, «poeira», levantado oportunamente por causa dessas transferências, lembramos os caros colegas mais atentos, que essa questão a colocar-se será certamente decidida através de decisão política, por isso «respiremos» à vontade, por enquanto.
Por outro lado, também sabemos que as dificuldades levantadas pela falta de pessoal da Divisão de Lamego são enormes e estamos atentos.
O comando dirigente entende que a solução encontrada na gestão de pessoal, desde 2008, é a mais correcta. Lá sabe, o futuro dará a resposta a uns e outros, nós fizemos a nossa parte alertando uma série de entidades, quer sindicais, policias ou politicas.
Contudo, em sintonia com o princípio de «para trabalho igual salário igual», consagrado no art. 59.º, n.º 1, al. a) da CRP, exortamos os agentes e chefes (funcionários) que se sentirem lesados por causa do esforço que lhes está ou possa estar a ser solicitado fazer devido à falta de pessoal na divisão de Lamego, a reclamarem disso mesmo, formulando petições em suporte papel, dirigidas aos senhores comandantes das respectivas esquadras, aliás, um dever hierárquico de cada um de nós. Que ninguém espere que vai ser o sindicato X ou Y a resolver todos os nossos problemas, porque há coisas que não dependem dos sindicatos.
Depois há quem menospreze as ideias, a capacidade intelectual dos seus representantes e sobre isso nada podemos fazer.
Saudações sindicais.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

a historia da mesa redonda...

"O mago Merlim doou à bela Genebra, como dote em seu casamento com o rei Arthur, uma enorme mesa redonda, a távola, onde se reuniriam os mais nobres e destacados cavaleiros. À direita do rei havia uma cadeira vaga, o "Assento perigoso". Nele só poderia sentar o cavaleiro sem mácula."