sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

bom natal e que o próximo ano traga coisas melhores

A todos os nossos amigos, desejos de um Santo Natal.
Pedimos a Maria Santíssima e ao Deus Menino que preze dia e noite por nós e por todos os nossos colegas em serviço.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

a verdadeira história dos matraquilhos

O galego Alexandre Finisterre foi ferido em 1936 durante a Guerra Civil Espanhola. No hospital em que ficou internado, em Monserrat, conheceu muitas crianças também feridas e impossibilitadas de jogar futebol. Então, ele se inspirou no tênis de mesa e criou o futebol de mesa.

A partir das instruções de Finisterre, seu amigo Francisco Javier Altuna desenvolveu a ideia construindo a mesa e os componentes de madeira e metal que integram o jogo. A invenção foi patenteada em 1937, mas, após escapar do fascismo na França, Finisterre perdeu os papéis da patente. Depois de ter sido exilado para a América do Sul, introduziu algumas alterações, como as barras de aço, e divulgou o jogo pelo continente.

O jogo rapidamente divulgou-se pela Europa. Tanto que, na década de 1960, quando Alexandre Finisterre regressou à Espanha, o jogo encontrava-se já largamente divulgado, embora muito do crédito desta divulgação se deva ao fato dos fabricantes valencianos o assumirem como jogo nacional.

Contudo, essa versão da origem do futebol de mesa é contestada pelos alemães, que garantem que o jogo foi criado por Broto Wachter, que teria comercializado uma mesa de futebol já em 1930. A diferença é que todos os objetos eram de madeira, incluindo as barras, e os "jogadores" não tinham forma de bonecos, sendo pequenos triângulos.

Hoje em dia, o futebol de mesa é muito popular e as mesas mais modernas possuem barras de titânio, bonecos de plástico e até placar electrónico.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

informação de carácter sindical e associativo

Querendo nós apenas dar uma resposta concreta ao conjunto de pessoas (polícias) que de uma forma ou outra nos tem questionado (bem como os que possam vir a questionar-nos) sobre “ quais os motivos que motivaram a transferências dos 4 chefes da Divisão de Lamego, para o Comando de Viseu, sem que o Comando tenha substituído as vagas deixadas em aberto, em Lamego”, cumpre-nos informar os caros colegas e associados que a ASPP/PSP de Lamego nada sabe acerca dos motivos dessas transferências. Aliás, no dia anterior à publicação na ordem de serviço, o Sr. Comandante e segundo comandante distritais estiveram reunidos com o pessoal na Divisão de Lamego e se não disseram nada naquela altura foi porque entenderam não ser oportuno. Obviamente que as transferências não é assunto de «sindicatos» porque se fosse, a questão hoje não se colocava porque há anos que andamos a alertar diversas entidades sobre o «esvaziamento» da divisão de Lamego.
Desse modo sugere-se que, individualmente, quem estiver interessado em obter respostas que coloque a pergunta a quem de direito, neste caso, ao Sr. Comandante Distrital ou ao Sr. segundo Comandante e de preferência por escrito, para ficar devidamente documentado.
Sobre o «boato» do encerramento da Divisão de Lamego, «poeira», levantado oportunamente por causa dessas transferências, lembramos os caros colegas mais atentos, que essa questão a colocar-se será certamente decidida através de decisão política, por isso «respiremos» à vontade, por enquanto.
Por outro lado, também sabemos que as dificuldades levantadas pela falta de pessoal da Divisão de Lamego são enormes e estamos atentos.
O comando dirigente entende que a solução encontrada na gestão de pessoal, desde 2008, é a mais correcta. Lá sabe, o futuro dará a resposta a uns e outros, nós fizemos a nossa parte alertando uma série de entidades, quer sindicais, policias ou politicas.
Contudo, em sintonia com o princípio de «para trabalho igual salário igual», consagrado no art. 59.º, n.º 1, al. a) da CRP, exortamos os agentes e chefes (funcionários) que se sentirem lesados por causa do esforço que lhes está ou possa estar a ser solicitado fazer devido à falta de pessoal na divisão de Lamego, a reclamarem disso mesmo, formulando petições em suporte papel, dirigidas aos senhores comandantes das respectivas esquadras, aliás, um dever hierárquico de cada um de nós. Que ninguém espere que vai ser o sindicato X ou Y a resolver todos os nossos problemas, porque há coisas que não dependem dos sindicatos.
Depois há quem menospreze as ideias, a capacidade intelectual dos seus representantes e sobre isso nada podemos fazer.
Saudações sindicais.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

a historia da mesa redonda...

"O mago Merlim doou à bela Genebra, como dote em seu casamento com o rei Arthur, uma enorme mesa redonda, a távola, onde se reuniriam os mais nobres e destacados cavaleiros. À direita do rei havia uma cadeira vaga, o "Assento perigoso". Nele só poderia sentar o cavaleiro sem mácula."

terça-feira, 11 de outubro de 2011

a chave da cidade de Lamego.



Para quem não sabe, o sr. Presidente da Câmara de Lamego ofereceu a chave da cidade ao chefe Gouveia, nosso sócio, que foi transferido a pedido para Viseu, por serviços meritórios prestados na cidade de Lamego. Que o deserto que atravessa se torne num oásis!...