quarta-feira, 23 de novembro de 2011

informação de carácter sindical e associativo

Querendo nós apenas dar uma resposta concreta ao conjunto de pessoas (polícias) que de uma forma ou outra nos tem questionado (bem como os que possam vir a questionar-nos) sobre “ quais os motivos que motivaram a transferências dos 4 chefes da Divisão de Lamego, para o Comando de Viseu, sem que o Comando tenha substituído as vagas deixadas em aberto, em Lamego”, cumpre-nos informar os caros colegas e associados que a ASPP/PSP de Lamego nada sabe acerca dos motivos dessas transferências. Aliás, no dia anterior à publicação na ordem de serviço, o Sr. Comandante e segundo comandante distritais estiveram reunidos com o pessoal na Divisão de Lamego e se não disseram nada naquela altura foi porque entenderam não ser oportuno. Obviamente que as transferências não é assunto de «sindicatos» porque se fosse, a questão hoje não se colocava porque há anos que andamos a alertar diversas entidades sobre o «esvaziamento» da divisão de Lamego.
Desse modo sugere-se que, individualmente, quem estiver interessado em obter respostas que coloque a pergunta a quem de direito, neste caso, ao Sr. Comandante Distrital ou ao Sr. segundo Comandante e de preferência por escrito, para ficar devidamente documentado.
Sobre o «boato» do encerramento da Divisão de Lamego, «poeira», levantado oportunamente por causa dessas transferências, lembramos os caros colegas mais atentos, que essa questão a colocar-se será certamente decidida através de decisão política, por isso «respiremos» à vontade, por enquanto.
Por outro lado, também sabemos que as dificuldades levantadas pela falta de pessoal da Divisão de Lamego são enormes e estamos atentos.
O comando dirigente entende que a solução encontrada na gestão de pessoal, desde 2008, é a mais correcta. Lá sabe, o futuro dará a resposta a uns e outros, nós fizemos a nossa parte alertando uma série de entidades, quer sindicais, policias ou politicas.
Contudo, em sintonia com o princípio de «para trabalho igual salário igual», consagrado no art. 59.º, n.º 1, al. a) da CRP, exortamos os agentes e chefes (funcionários) que se sentirem lesados por causa do esforço que lhes está ou possa estar a ser solicitado fazer devido à falta de pessoal na divisão de Lamego, a reclamarem disso mesmo, formulando petições em suporte papel, dirigidas aos senhores comandantes das respectivas esquadras, aliás, um dever hierárquico de cada um de nós. Que ninguém espere que vai ser o sindicato X ou Y a resolver todos os nossos problemas, porque há coisas que não dependem dos sindicatos.
Depois há quem menospreze as ideias, a capacidade intelectual dos seus representantes e sobre isso nada podemos fazer.
Saudações sindicais.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

a historia da mesa redonda...

"O mago Merlim doou à bela Genebra, como dote em seu casamento com o rei Arthur, uma enorme mesa redonda, a távola, onde se reuniriam os mais nobres e destacados cavaleiros. À direita do rei havia uma cadeira vaga, o "Assento perigoso". Nele só poderia sentar o cavaleiro sem mácula."

terça-feira, 11 de outubro de 2011

a chave da cidade de Lamego.



Para quem não sabe, o sr. Presidente da Câmara de Lamego ofereceu a chave da cidade ao chefe Gouveia, nosso sócio, que foi transferido a pedido para Viseu, por serviços meritórios prestados na cidade de Lamego. Que o deserto que atravessa se torne num oásis!...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

as nossas razões

As nossas razões

Estamos num momento crucial das nossas reivindicações.

Bem sabemos que o país não está bem, mas que culpa nos pode ser assacada?

Todos de alguma forma estão prejudicados, se não são as promoções, é o reposicionamento pelo novo estatuto. Senão é as condições de trabalho, é o direito à reforma e à pré-aposentação que nos afecta. São tantas as faltas de respeito que nos têm tido…

Não basta ficar a ver os outros a reivindicar. Está na altura de todos dizerem presente. De todos, sem excepção, mostrarem o seu descontentamento.

Bem sabemos o quanto é difícil tomarmos posição. Mas também sabemos que todos os dias se apela a medidas reivindicativas, algumas até de legalidade duvidosa. Na semana de 21 a 28 de Setembro, pede-se um pouco de união, um pouco de cada um nos, para mostrarmos o quanto somos unidos e capazes de levar a nossa luta a bom porto. Mas isso só é possível, se não nos escondermos, se não arranjarmos desculpas para não participarmos.

Todos os dias se assiste a desculpas: Se fosse uma manifestação que aderiam, mas depois marca-se a manifestação, diz-se que afinal iam era se fosse uma vigília. Outros dizem medidas mais contundentes, mas quando se marca, quantos aderem?

Marca-se uma iniciativa e têm logo outras que resultariam melhor, mas sempre de modo a não serem eles os protagonistas (os homens da frente). Outros ainda falam em união de sindicatos, mas afinal quem desuniu?

Quem veio depois e criou novos sindicatos? Quem ao longo deste anos é que perdendo eleições foi logo a correr criar sindicatos? Quem patrocina estes novos sindicatos, está claramente a patrocinar a desunião. Ao ser associado destes novos sindicatos, está-se a pactuar com a desunião, está-se a fazer o jogo da tutela. O mínimo que se exige e estamos a falar do mínimo, é patrocinar a união, o poder cada vez mais forte do sindicato (com melhores advogados e mais poder reivindicativo) e isso só é possível com cada vez mais associados no primeiro dos sindicatos e sobretudo estar na primeira linha das formas de luta para nosso próprio interesse.

A semana de 21 a 28 de Setembro vai ser decisiva nesta matéria. É muito importante que todos façam alguma coisa por cada um de nós. Cada um de nós tem férias para gozar, tem excessos que podem ser metidos e outras coisas mais, para que muito menos gente trabalhe nesta semana e tenha impacto nacional. Vamos ver quem vai estar na primeira linha e vamos ver, quem sistematicamente se esconde, foge e espera que os outros façam alguma coisa pela sua dignidade.

Da minha dignidade trato eu.

Às costas de outros não andarei.

Jamais ficarei em casa quando outros estão na luta.

Não permito que sejam outros a lutarem pelos meus direitos e depois, sentado no sofá, vou ganhar com o sacrifício e perigo que os outros tiveram por mim, não me revejo nesta postura.

A verdadeira felicidade está em subir a montanha, mas nunca subi-la às costas de outros…

A Delegação Distrital de Viseu

terça-feira, 20 de setembro de 2011

arroz de tamboril malandrinho

Ingredientes:
  • 350 g arroz carolino
  • 800 g tamboril
  • 1 cebola picada
  • 4 dentes de alho picado
  • 2 folhas de louro
  • 200 g tomate maduro, sem pele nem grainhas
  • q.b. coentros
  • q.b. sal
  • q.b. piri-piri
  • 1 pimento verde corto às tiras
  • 2 dl cerveja sem álcoo
Confecção:

Faça um refogado com a cebola o alho, louro sal e azeite, quando a cebola ficar loura junte o tomate picado.
Deixe refogar.
Depois de refogado adicione a cerveja e a água.
Junte o pimento e o arroz, quando este estiver a meia cozedura, junte o tamboril e deixe cozer lentamente.
Adicione água se necessário quase no fim rectifique o tempero e junte os coentros picados e o piri-piri.

E como é «malandrinho» esta dosagem não é extensiva para todos, apenas para 4 pessoas...