Sitio dos Sócios da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia. Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
louvor público
sábado, 13 de agosto de 2011
para meditar
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
a Lara morreu!...

Quem visitou as instalações da psp de Lamego admirou-se pelo carinho demonstrado pela maioria do pessoal que ali presta serviço para com a Lara. A Lara, era uma gata, perneta, que um dia se aleijou num motor de uma viatura policial quando um Sr. agente ligou o motor do carro, sem saber que a Lara se havia protegido do frio, debaixo do capot do motor, e …
Os senhores veterinários que trataram os ferimentos da Lara, entenderam cortar-lhe umas das patas traseiras. A Lara sobreviveu aos tratamentos e curou-se. Foi realizada uma «vaquinha» pelos polícias e amigos dos polícias, até teve a bênção do clero para ajudar a pagar os tratamentos e estadias nas instalações veterinárias. Mesmo assim, só com 3 patas, a Lara não deixou de ser mãe, de uns lindos gatos que de tão travessos e agressivos, nada herdaram da mãe, que era uma gata dócil e amiga de todos os polícias, pese embora alguns se pudessem…, e de todas as pessoas que nos visitavam, por bem ou mal, nas instalações policiais. Ainda com apenas 3 patas, muitas das vezes, mesmo assim, teve de fugir das biqueiras das botas de alguns polícias … Pois é, a Lara agora já não tem de fugir, nem de se acanhar ou roçar nas nossas pernas porque, hoje, a Lara apareceu morta: engasgada?!... Envenenada? Não sabemos. Simplesmente morreu.
A ASPP não podia deixar a morte da nossa «amiga» assim, sem aqui deixar uma lembrança: A LARA MORREU!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
programa do governo PSD/CDS para as forças de segurança
sexta-feira, 3 de junho de 2011
eleições de 5 de junho de 2001
Nos últimos dias ouvimos os candidatos a primeiro ministro a tentar convencer o Povo a votar neles. Nós por cá não aconselhamos ninguém a votar em nenhum partido, mas, como sindicalistas, mesmo que abandonados para aqui nestas terras da província, temos o dever de lamentar e criticar que um Sr. sindicalista, ou melhor, talvez o dirigente sindicalista da maior associação de trabalhadores do País, estamos a falar do líder da UGT, João Proença, tenha sido orador num comício do PS. O sindicalismo e os seus actores não se deviam deixar subjugar pelo partidos políticos, porque estes, tipo doença cancerígena, matam tudo à sua volta. Nós não gostamos de ver nem o Sr. João Proença, no PS, nem o Sr. Carvalho da Silva, da CGTP, ao lado do PC. Porque são só, os maiores dirigentes das maiores associações de trabalhadores. Aqui chegados e voltando ao inicio deste nosso comentário, como estivemos sempre atentos, durante toda a campanha eleitoral apenas dois partidos, é certo que sabemos muito bem quais as suas intenções, falaram das forças e serviços de segurança: o CDS/PP e o PRN.
O Partido Social Democrático (PSD) e Partido Socialista (PS), os partidos do eixo do poder, nem uma palavra disseram, excepto, aquilo que está escrito no programa eleitoral, sobre aquilo que pretendem fazer, de concreto, relativamente às forças e serviços de segurança, à Justiça e segurança interna. Dirão que, sobre este assunto trata-se de assuntos de Estado, não devem ser trazidos para o debate politico, mas, então, quando deve ser trazido?!...
Não nos esqueçamos que, desde o 25 de Abril de 1974, o poder tem transitado entre o PS e o PSD, este juntamente com o CDS e, em questões de segurança e justiça, chegamos aonde?!... Nós, os policias que vivemos a realidade e não a ficção, como parecem viver os actores políticos, sabemos muito bem o quanto difícil é agir e trabalhar em Portugal . É como a história do rato e do gato. Os agentes diariamente sacrificam-se e são sacrificados, nos seus direitos fundamentais, agora inventaram uma bolsa de horas, vêem reduzido o seu salário mensal, enquanto as despesas aumentam, também ao mesmo tempo vêm aumentando o trabalho e horas de serviço, e, no entanto, desde o 25 de Abril, que os profissionais da PSP, têm vindo a perder estatuto em relação a outras actividades e profissões públicas. Se dissermos que em 1985 os ordenados de um guarda da PSP era quase equivalente a um professor, ninguém acredita, mas, parece que era verdade, hoje, bem hoje, liquido, é quase igual ao ordenado mínimo nacional...
Os profissionais da PSP, ao contrário do que se diz e escreve, em relação aos direitos, não são iguais aos demais funcionários públicos, por isso, não são remuneradas diferente as diurnas das horas nocturnas, quando trabalham em dia feriado, aos fins de semana, não são remunerados diferentemente e quando fazem horas extras, ou são compensados em tempo ou então são consideradas horas perdidas. Em bom português: «trabalho voluntário forçado». Mas por outro lado, no que toca aos deveres têm de cumprir os deveres iguais aos restantes funcionários públicos, neste recente caso, o banco de horas...
Muito nos apetecia escrever, mas voltando ao tema do comentário, dia 5 de Junho de 2011, os cidadãos polícias, devem lembrar-se que, acima da nossa vontade própria, há um interesse nacional que é muito mais importante que a nossa singela existência. Daqui a uns tempos, uns e outros se vão, com mais ou menos reforma, mais ou menos tempo para a gozar, mas, tal como os grandes portugueses, temos de pensar nos nossos filhos e netos. É para eles que trabalhamos...
Reflictam e meditem e, antes de inscreverem a cruz no boletim, peçam desculpa a vocês próprios e votem!...
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
para chegarmos sempre a horas...
Notícia de última hora: vão ser distribuídos relógios pelos policias, para não se esquecerem de chegar a horas, quando os obrigarem a cumprir as 936 horas, por semestre. Atenção preço unitário de 299 euros.





