
Sitio dos Sócios da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia. Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
... POLÍCIA TRANSFORMADO EM PALHAÇO...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
PORQUE RAZÃO SE SUICIDAM OS POLICIAS?
sábado, 25 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
FIM DO REGABOFE
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
PRECISA-SE DE MAGALHÃES EM LAMEGO

Este tipo de computador chama-se "Magalhães" e parece que o Governo anda a oferece-lo nas escolas a todas crianças que estudam no País, a preço de saldo. Ora, a PSP de Lamego, como actualmente tem menos de 10 computadores operacionais - imaginem menos de 10 - dizem que devido à miserável arte de pedir a quem de direito, e porque os ditos responsáveis hoje já cá não estão e não podem responder por tamanha incompetência, ou melhor por tamanha miséria de visão, a ASPP agradecia ao Sr. Ministro, ou a alguma alma caridosa que, rapidamente, resolva este absurdo oferecendo também uns "magalhões" à Esquadra de Lamego de modo que o pessoal ali possa trabalhar com dignidade oferecendo um bom serviço ao cidadão que ali se desloca. Mandar pessoas para "casa" com a desculpa de que não existem computadores disponiveis é forte, muito forte.
Dizem que há pessoal na Investigação Criminal e no Trânsito que tem de esperar numa fila de espera para utilizar um único terminal e quando se senta ainda sente a cadeira "quentinho"...
E estando nós a falar dum serviço em quase tudo tem de passar computadores, num universo de 5o funcionários, imaginem ...
Incrível!... Contado, ninguém acredita. Querem apostar?
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
SUSPIRO QUASE FINAL.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
ESCRAVATURA "MODERNA"
Profissionais da polícia com «horários de escravatura»
Fonte: TSF
Hoje às 01:38
As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.
Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.
sábado, 20 de setembro de 2008
EXCELENTE SERVIÇO. MÉRITO AO PESSOAL ENVOLVIDO.

O comandante da PSP de Viseu, Vítor Rodrigues, informou que, nos últimos meses, tinham sido registados vários furtos no interior de residências, tanto na área da PSP como na área da GNR na zona de Lamego, em que os objectos levados eram essencialmente artigos em ouro.
Após várias diligências, foi identificado e detido um homem de 46 anos, que, segundo a PSP, «vinha sendo vigiado». «Tinha na sua posse uma mochila, com vários artigos em ouro roubados, que, ao que tudo indica, preparava para vender», referiu o comandante.
Posteriormente, foram levadas a cabo buscas à residência do suspeito, onde viriam a ser apreendidas uma catana, um telemóvel e um GPS.
Durante a investigação, «foram apreendidas na zona de Moimenta da Beira, também algumas peças em ouro que o homem terá oferecido» a uma pessoa amiga.
Segundo a PSP, «foram reconhecidos, pelos seus legítimos proprietários, alguns dos artigos em ouro que tinham sido furtados em residência na zona de S. Geão, freguesia de Penajóia».
O comandante da PSP de Viseu admitiu que «ainda não terá sido recuperado todo o ouro furtado», continuando as diligências no sentido de vir a identificar outros indivíduos que possam estar envolvidos, já que «ainda não há certezas que este seja o único assaltante».
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
ESTA NOTÍCIA TEM 4 ANOS. O QUE SE FEZ DEPOIS?
«António» (nome fictício) tinha 37 anos e era polícia em Lisboa. A pressão do trabalho há muito que o deixara deprimido. Pediu ajuda. Ninguém ouviu. Um dia não aguentou e pôs fim à vida, com um tiro na cabeça. Nos últimos dez anos, 35 agentes da PSP cometeram suicídio. Dados oficiais que, para a psicóloga Sandra Coelho, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), «ocultam a realidade» de um fenómeno «subavaliado» no País. Uma visão confirmada por duas das estruturas sindicais, mas refutada por outra. O director do Gabinete de Psicologia da PSP diz que «o suicídio nunca se esconde».De acordo com a responsável do Gabinete de Psicologia do SPP, há cada vez mais profissionais em risco e a realidade é «escondida», porque os agentes não podem «falhar», e essa «é a maior das falhas». Segundo explicou ao DN Sandra Coelho, as estatísticas oficiais apenas dizem respeito aos suicídios com recurso a arma de fogo ou, em raras excepções, por enforcamento. «São as mortes visíveis, citadas nos media como casos pontuais», mas, acrescenta, existirão casos de agentes que recorrem, por exemplo, à ingestão de comprimidos, «que nunca vêm a lume. Aqui, a causa de morte pode ser apresentada como uma simples paragem cardíaca». Também para Ernesto Peixoto, secretário-geral da Associação Sindical Independente de Agentes da PSP, o suicídio está subavaliado. «Sei de vários casos de colegas que atiram o carro de uma ribanceira abaixo e esses não são contabilizados», contou, defendendo que factores como «trabalhar oito dias seguidos sem folgar» agravam a situação. Daí que sejam cada vez mais comuns situações de «baixas por doenças psicológicas» e reformas antecipadas.Já para Fernando Passos, «a contabilização do número de suicídios é rigorosa e não há hipótese de existirem confusões». E mostra-se optimista: «Desde 2001, quando o nosso serviço abriu, que o número tem vindo a diminuir.» Uma leitura partilhada por um dos maiores sindicatos, a Associação Sindical de Profissionais da Polícia, que diz não haver subavaliação: «Os agentes são pessoas como as outras, com problemas comuns», disse o presidente Alberto Torres, para quem os suicídios não estão necessariamente ligados à profissão.Com uma visão contrária, Sandra Coelho alerta para a necessidade de prevenção. «O grau de desespero e descontentamento é cada vez maior e existem muitos profissionais que se encontram próximos de atingir o limite», afirmou.Alcoolismo. Há quatro anos, «Fernando» (nome fictício) pediu para que lhe prolongassem o tempo de serviço nos Açores, para dar apoioà filha que lá morava, na altura menor de idade. O pedido foi negado e o agente da PSP voltou para o Porto, «deixando a miúda perdida por lá» com a mãe. Daí ao alcoolismo foi um passo. Casou-se, divorciou--se e viu na bebida um «escape» à «enorme pressão no trabalho», aos «superiores que mandam em vez de comandar». Hoje, com 51 anos, está recuperado, mas não deixa de criticar a falta de apoio na PSP por considerar que resolvem os problemas «com processos disciplinares».Casos de alcoolismo são cada vez mais frequentes nas consultas de Sandra Coelho. «E a desintoxicação é morosa, com taxas de sucesso pequenas», diz. Fernando Passos desvaloriza: «A população policial enferma de alguns males da população portuguesa, mas não se pode dizer que é toxicodependente ou alcoólica.» Para a psicóloga, entre os factores de risco está a falta de apoio familiar, com «muitos agentes, em início de carreira, deslocados das famílias». As estatísticas do Gabinete de Psicologia da PSP mostram o contrário: só cinco por cento dos profissionais que ali acorrem estão longe de casa. Segundo Fernando Passos, o stress profissional e a instabilidade familiar são os principais responsáveis. O DN contactou a Direcção Nacional da PSP, que nos remeteu para o Gabinete de Psicologia. No entanto, o Gabinete de Relações Públicas garante «que é dado todo o apoio aos agentes».






