quarta-feira, 15 de outubro de 2008

FIM DO REGABOFE

Neste sitio muitos comentadores, alguns facilmente identificáveis e localizáveis, tem orientado as suas criticas contra o pessoal das brigadas à civil da PSP de Lamego, usando e abusando deste ponto de encontro, ou espaço de convívio, para descarregar o ódio de estimação que têm bem guardado no intimo contra as pessoas atingidas, descarregando aqui dessa forma todo o veneno que os invade através de comentários indelicados e ofensivos, aproveitando-se assim desta saída anónima, porque não têm coragem de enfrentar as pessoas que pretendem atingir olhos nos olhos.
Ora, a gestão deste blogue desde o inicio sempre quis dar liberdade de opinião aos visitantes quer fossem sócios ou não, mas face à pouca vergonha e falta de ética de alguns, a partir de hoje, até ao encerramento (apagamento) deste sitio, todos os comentários são admitidos com a condição que todos vão verificar.
Acabou-se o regabofe... e tanto nos importa que nos visitem ou não.
Isto também está para acabar!...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

PRECISA-SE DE MAGALHÃES EM LAMEGO



Este tipo de computador chama-se "Magalhães" e parece que o Governo anda a oferece-lo nas escolas a todas crianças que estudam no País, a preço de saldo. Ora, a PSP de Lamego, como actualmente tem menos de 10 computadores operacionais - imaginem menos de 10 - dizem que devido à miserável arte de pedir a quem de direito, e porque os ditos responsáveis hoje já cá não estão e não podem responder por tamanha incompetência, ou melhor por tamanha miséria de visão, a ASPP agradecia ao Sr. Ministro, ou a alguma alma caridosa que, rapidamente, resolva este absurdo oferecendo também uns "magalhões" à Esquadra de Lamego de modo que o pessoal ali possa trabalhar com dignidade oferecendo um bom serviço ao cidadão que ali se desloca. Mandar pessoas para "casa" com a desculpa de que não existem computadores disponiveis é forte, muito forte.

Dizem que há pessoal na Investigação Criminal e no Trânsito que tem de esperar numa fila de espera para utilizar um único terminal e quando se senta ainda sente a cadeira "quentinho"...

E estando nós a falar dum serviço em quase tudo tem de passar computadores, num universo de 5o funcionários, imaginem ...

Incrível!... Contado, ninguém acredita. Querem apostar?

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

SUSPIRO QUASE FINAL.

Afinal que força misteriosa é essa que parece existir para conseguir retirar a esperança do Blogue não resistindo às tentações dos Diabretes.
PAZ A ALMA DO BLOGUE
Descansa em Paz.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

PASSATEMPO: DESCUBRA AS DIFERENÇAS.



Fonte: Diário de Viseu (enviadas via email)

ESCRAVATURA "MODERNA"


Profissionais da polícia com «horários de escravatura»
Fonte: TSF
Hoje às 01:38
Consulte o artigo completo em: http://www.tsf.pt/paginainicial/portugal/interior.aspx?content_id=1016772

As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.

Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.

sábado, 20 de setembro de 2008

EXCELENTE SERVIÇO. MÉRITO AO PESSOAL ENVOLVIDO.


A PSP de Viseu anunciou esta sexta-feira que a esquadra de Lamego recuperou vários objectos em ouro, no valor de mais de 25 mil euros, furtados de residências daquele concelho nos últimos meses, escreve a Lusa.
O comandante da PSP de Viseu, Vítor Rodrigues, informou que, nos últimos meses, tinham sido registados vários furtos no interior de residências, tanto na área da PSP como na área da GNR na zona de Lamego, em que os objectos levados eram essencialmente artigos em ouro.
Após várias diligências, foi identificado e detido um homem de 46 anos, que, segundo a PSP, «vinha sendo vigiado». «Tinha na sua posse uma mochila, com vários artigos em ouro roubados, que, ao que tudo indica, preparava para vender», referiu o comandante.
Posteriormente, foram levadas a cabo buscas à residência do suspeito, onde viriam a ser apreendidas uma catana, um telemóvel e um GPS.
Durante a investigação, «foram apreendidas na zona de Moimenta da Beira, também algumas peças em ouro que o homem terá oferecido» a uma pessoa amiga.
Segundo a PSP, «foram reconhecidos, pelos seus legítimos proprietários, alguns dos artigos em ouro que tinham sido furtados em residência na zona de S. Geão, freguesia de Penajóia».
O comandante da PSP de Viseu admitiu que «ainda não terá sido recuperado todo o ouro furtado», continuando as diligências no sentido de vir a identificar outros indivíduos que possam estar envolvidos, já que «ainda não há certezas que este seja o único assaltante».
Fonte: diário.iol.pt

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ASSEMBLEIA GERAL ASPP


ESTA NOTÍCIA TEM 4 ANOS. O QUE SE FEZ DEPOIS?

Arquivo DN-Leonardo Negrão .

«António» (nome fictício) tinha 37 anos e era polícia em Lisboa. A pressão do trabalho há muito que o deixara deprimido. Pediu ajuda. Ninguém ouviu. Um dia não aguentou e pôs fim à vida, com um tiro na cabeça. Nos últimos dez anos, 35 agentes da PSP cometeram suicídio. Dados oficiais que, para a psicóloga Sandra Coelho, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), «ocultam a realidade» de um fenómeno «subavaliado» no País. Uma visão confirmada por duas das estruturas sindicais, mas refutada por outra. O director do Gabinete de Psicologia da PSP diz que «o suicídio nunca se esconde».De acordo com a responsável do Gabinete de Psicologia do SPP, há cada vez mais profissionais em risco e a realidade é «escondida», porque os agentes não podem «falhar», e essa «é a maior das falhas». Segundo explicou ao DN Sandra Coelho, as estatísticas oficiais apenas dizem respeito aos suicídios com recurso a arma de fogo ou, em raras excepções, por enforcamento. «São as mortes visíveis, citadas nos media como casos pontuais», mas, acrescenta, existirão casos de agentes que recorrem, por exemplo, à ingestão de comprimidos, «que nunca vêm a lume. Aqui, a causa de morte pode ser apresentada como uma simples paragem cardíaca». Também para Ernesto Peixoto, secretário-geral da Associação Sindical Independente de Agentes da PSP, o suicídio está subavaliado. «Sei de vários casos de colegas que atiram o carro de uma ribanceira abaixo e esses não são contabilizados», contou, defendendo que factores como «trabalhar oito dias seguidos sem folgar» agravam a situação. Daí que sejam cada vez mais comuns situações de «baixas por doenças psicológicas» e reformas antecipadas.Já para Fernando Passos, «a contabilização do número de suicídios é rigorosa e não há hipótese de existirem confusões». E mostra-se optimista: «Desde 2001, quando o nosso serviço abriu, que o número tem vindo a diminuir.» Uma leitura partilhada por um dos maiores sindicatos, a Associação Sindical de Profissionais da Polícia, que diz não haver subavaliação: «Os agentes são pessoas como as outras, com problemas comuns», disse o presidente Alberto Torres, para quem os suicídios não estão necessariamente ligados à profissão.Com uma visão contrária, Sandra Coelho alerta para a necessidade de prevenção. «O grau de desespero e descontentamento é cada vez maior e existem muitos profissionais que se encontram próximos de atingir o limite», afirmou.Alcoolismo. Há quatro anos, «Fernando» (nome fictício) pediu para que lhe prolongassem o tempo de serviço nos Açores, para dar apoioà filha que lá morava, na altura menor de idade. O pedido foi negado e o agente da PSP voltou para o Porto, «deixando a miúda perdida por lá» com a mãe. Daí ao alcoolismo foi um passo. Casou-se, divorciou--se e viu na bebida um «escape» à «enorme pressão no trabalho», aos «superiores que mandam em vez de comandar». Hoje, com 51 anos, está recuperado, mas não deixa de criticar a falta de apoio na PSP por considerar que resolvem os problemas «com processos disciplinares».Casos de alcoolismo são cada vez mais frequentes nas consultas de Sandra Coelho. «E a desintoxicação é morosa, com taxas de sucesso pequenas», diz. Fernando Passos desvaloriza: «A população policial enferma de alguns males da população portuguesa, mas não se pode dizer que é toxicodependente ou alcoólica.» Para a psicóloga, entre os factores de risco está a falta de apoio familiar, com «muitos agentes, em início de carreira, deslocados das famílias». As estatísticas do Gabinete de Psicologia da PSP mostram o contrário: só cinco por cento dos profissionais que ali acorrem estão longe de casa. Segundo Fernando Passos, o stress profissional e a instabilidade familiar são os principais responsáveis. O DN contactou a Direcção Nacional da PSP, que nos remeteu para o Gabinete de Psicologia. No entanto, o Gabinete de Relações Públicas garante «que é dado todo o apoio aos agentes».

sábado, 6 de setembro de 2008

FUSÃO PSP E GNR

Segurança. Para responder à onda de crimes, Pinto Monteiro anunciou que queria ver mais partilha de informação entre as polícias. Para isso, vai pôr o DCIAP a coordenar a recolha e tratamento de informações. Outra solução, defendida pela PSP e GNR, é a criação de uma única força de segurançaForça de segurança única é um sinal de "evolução"Os sindicatos da PSP e da GNR acreditam que uma polícia única responderia de forma mais eficaz à criminalidade violenta e organizada, defendendo a sua criação. A 'união' de todas as autoridades do País (GNR, PSP, PJ e SEF) já tinha sido defendida no DN pelo ex-director nacional da PJ, Santos Cabral e é uma solução que Mário Mendes, novo secretário-geral da Segurança Interna ('superpolícia') também apoia. A solução é, no entanto, rejeitada por Carlos Anjos, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da PJ. Ter todas as autoridades reunidas numa única força policial existe em praticamente todos os países da Europa. De fora ficam a Itália e a França e Espanha que implementou, há pouco tempo, a figura do coordenador nacional, cargo semelhante ao que Mário Mendes vai desempenhar. Em Portugal, além de existirem várias forças policiais com défice de comunicação entre elas, as tutelas são diferentes: uma no ministério da Justiça (PJ) e as restantes no Ministério da Administração Interna."Portugal tem muitas polícias e este Governo teve tudo para fazer uma reforma nas forças de segurança e não quis, por falta de coragem", critica Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) da PSP. Também José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) da GNR, acredita que se perdeu a oportunidade para a criação da polícia única, durante a restruturação das forças de segurança."As circunstâncias impõem soluções e a polícia única deve ser estudada como uma delas", defende Santos Cabral. O ex-director nacional da PJ, amigo do novo secretário-geral de Segurança Interna Mário Mendes, que também defende a união, acredita que à evolução da criminalidade se deve responder com "uma evolução das polícias". Para já, "a questão que deve ser encarada é a criação de uma polícia única de investigação criminal", conclui.Apesar da opinião destes dois ex--directores da PJ, o Sindicato do sector, a ASFIC, defende que a polícia única "não é a solução". "Não vale a pena mudar as estruturas quando o problema está nas leis criminais", sustenta Carlos Anjos, que acredita mesmo que "a criação de uma polícia única podia ser pior que a reforma do Código de Processo Penal".PGR aposta em procuradoresA polícia única permitiria a centralização de toda a investigação e informação entre polícias. Dois pontos defendidos pelo Procurador-geral da República (PGR), Pinto Mon- teiro, para o combate à criminalidade violenta. Foi esse o foco da reunião de ontem com os representantes de todas as forças de segurança (GNR, PSP, PJ e SEF), que definiu o modo como vão funcionar as unidades especiais de combate à criminalidade especialmente violenta e altamente organizada.Pinto Monteiro voltou a apostar na estratégia dos super-procuradores: o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), dirigido por Cândida Almeida, vai coordenar a recolha e tratamento de informação das investigações de crimes violentos. Uma aposta à semelhança da que já havia feito com Maria José Morgado, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). Conforme se lê na nota divulgada ontem pela Procuradoria-geral da República, após a reunião, "no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, directamente dependente da Procuradoria-geral da República, funcionará a recolha e tratamento de informações a cargo de magistrados especializados". Nas Comarcas vão também ver criados pontos de contactos com as unidades especiais.
Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Escravatura laboral "escondida"


NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

O que estará a querer dizer este Indio com os sinais de fumo, perguntaram os caros associados. A pedir socorro? A informar qualquer coisa? Nunca saberemos. Mas, no seu tempo, isto era eficaz e resultava.

Hoje, na era da tecnologia e das redes de comunicação, nas normais forças de segurança devia-se usar rádios digitais ou telemoveis, claro se houvesse.

Na escola de policia disseram aos mancebos que a melhor arma que a policia tinha era a caneta e o rádio e que ninguém devia andar na rua sem esses dois acessórios. Bem, diziam...


A prática, em alguns lados, demonstra o contrário. Diz quem sabe que em Lamego vai voltar a usar-se a velha sinalética dos sinais de fumo. Porquê?!...

AFINAL NÃO VEM E ESTÁ NAPSP QUEM QUER, SÓ QUEM PODE.

O concurso para admitir mil novos agentes da PSP está aquém das expectativas. Dos três mil candidatos, só 1070 (36%) passaram à fase seguinte, o que poderá condicionar o preenchimento das vagas prometidas pelo Governo.
Anunciado, em Março, como um dos principais pontos do programa estratégico de segurança do Governo, o processo para reforçar a PSP e a GNR com dois mil novos elementos não tem tido números muito animadores, pelo menos no que diz respeito à primeira força de segurança.
Segundo o JN apurou, a maior parte dos candidatos ao concurso para a PSP (cerca de 1930) não passou à fase final de selecção, ficando pelo caminho após a realização dos testes psicotécnicos, provas físicas e de saúde. Os que não "chumbaram" serão, agora, sujeitos às entrevistas de avaliação de perfil, para terem acesso às mil vagas disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Seguir-se-á o curso de formação, de nove meses. O JN tentou, sem êxito, saber o balanço relativamente ao concurso aberto para a GNR.
Contactado pelo JN, Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), considerou "preocupantes" os resultados conhecidos até ao momento. A começar pelas três mil candidaturas. "É muito pouco, se compararmos, por exemplo, com a década de 90, em que chegava a haver até 14 mil candidatos e, por vezes, 6000 passavam à última fase. Alguma coisa não está bem", afirmou.
Relativamente ao facto de apenas haver 1070 candidatos envolvidos na "disputa" pelas mil vagas prometidas pelo Governo, o dirigente sindical considera que tal poderá implicar "uma selecção menos rigorosa", para que não se corra o risco de alguns lugares ficarem por preencher.
"Desta forma, poderá haver uma redução dos níveis de exigência e de qualidade para entrar na PSP, numa altura em que é preciso melhorar em todos os sentidos para responder aos problemas de segurança", argumentou o dirigente, explicando a pouca afluência de cidadãos como um "reflexo" da falta de condições que marca o quotidiano da Polícia. "Hoje em dia, ser polícia não é uma profissão atractiva. Vive-se em permanente risco de vida; não se trabalha com condições dignas e o salário é ridículo. É preciso uma política séria de segurança", concluiu Paulo Rodrigues.
O JN pediu ao MAI esclarecimentos sobre o ponto da situação dos concursos de selecção para as duas forças de segurança e respectivos prazos, mas não foi dada resposta em tempo útil.
FONTE: Jornal de Notícias.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

NOVOS MEIOS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE



Os meios de transporte na PSP sempre foram um problema, todos sabemos. São carros velhos, são poucos para as necessiddes, são demasiado lentos e grandes, não são nada práticos. Mais conhecidos que o Padre.
Mas é o que há.

Enquanto não há outros, fala-se que o pessoal das brigadas vai ter um "novo" meio de transporte.




A informática, os computadores, que há por aí aos montes, o Governo até os anda a oferecer..., os hipermercados vendem-nos a menos de 500 €, equipamentos modernos, Duo Core, até há por aí uns computadores portateis..., no entanto, por força das circunstãncias, para Lamego, NADA.


Voltar ao tempo da máquina de escrever? Quem sabe.