sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ASSEMBLEIA GERAL ASPP


ESTA NOTÍCIA TEM 4 ANOS. O QUE SE FEZ DEPOIS?

Arquivo DN-Leonardo Negrão .

«António» (nome fictício) tinha 37 anos e era polícia em Lisboa. A pressão do trabalho há muito que o deixara deprimido. Pediu ajuda. Ninguém ouviu. Um dia não aguentou e pôs fim à vida, com um tiro na cabeça. Nos últimos dez anos, 35 agentes da PSP cometeram suicídio. Dados oficiais que, para a psicóloga Sandra Coelho, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), «ocultam a realidade» de um fenómeno «subavaliado» no País. Uma visão confirmada por duas das estruturas sindicais, mas refutada por outra. O director do Gabinete de Psicologia da PSP diz que «o suicídio nunca se esconde».De acordo com a responsável do Gabinete de Psicologia do SPP, há cada vez mais profissionais em risco e a realidade é «escondida», porque os agentes não podem «falhar», e essa «é a maior das falhas». Segundo explicou ao DN Sandra Coelho, as estatísticas oficiais apenas dizem respeito aos suicídios com recurso a arma de fogo ou, em raras excepções, por enforcamento. «São as mortes visíveis, citadas nos media como casos pontuais», mas, acrescenta, existirão casos de agentes que recorrem, por exemplo, à ingestão de comprimidos, «que nunca vêm a lume. Aqui, a causa de morte pode ser apresentada como uma simples paragem cardíaca». Também para Ernesto Peixoto, secretário-geral da Associação Sindical Independente de Agentes da PSP, o suicídio está subavaliado. «Sei de vários casos de colegas que atiram o carro de uma ribanceira abaixo e esses não são contabilizados», contou, defendendo que factores como «trabalhar oito dias seguidos sem folgar» agravam a situação. Daí que sejam cada vez mais comuns situações de «baixas por doenças psicológicas» e reformas antecipadas.Já para Fernando Passos, «a contabilização do número de suicídios é rigorosa e não há hipótese de existirem confusões». E mostra-se optimista: «Desde 2001, quando o nosso serviço abriu, que o número tem vindo a diminuir.» Uma leitura partilhada por um dos maiores sindicatos, a Associação Sindical de Profissionais da Polícia, que diz não haver subavaliação: «Os agentes são pessoas como as outras, com problemas comuns», disse o presidente Alberto Torres, para quem os suicídios não estão necessariamente ligados à profissão.Com uma visão contrária, Sandra Coelho alerta para a necessidade de prevenção. «O grau de desespero e descontentamento é cada vez maior e existem muitos profissionais que se encontram próximos de atingir o limite», afirmou.Alcoolismo. Há quatro anos, «Fernando» (nome fictício) pediu para que lhe prolongassem o tempo de serviço nos Açores, para dar apoioà filha que lá morava, na altura menor de idade. O pedido foi negado e o agente da PSP voltou para o Porto, «deixando a miúda perdida por lá» com a mãe. Daí ao alcoolismo foi um passo. Casou-se, divorciou--se e viu na bebida um «escape» à «enorme pressão no trabalho», aos «superiores que mandam em vez de comandar». Hoje, com 51 anos, está recuperado, mas não deixa de criticar a falta de apoio na PSP por considerar que resolvem os problemas «com processos disciplinares».Casos de alcoolismo são cada vez mais frequentes nas consultas de Sandra Coelho. «E a desintoxicação é morosa, com taxas de sucesso pequenas», diz. Fernando Passos desvaloriza: «A população policial enferma de alguns males da população portuguesa, mas não se pode dizer que é toxicodependente ou alcoólica.» Para a psicóloga, entre os factores de risco está a falta de apoio familiar, com «muitos agentes, em início de carreira, deslocados das famílias». As estatísticas do Gabinete de Psicologia da PSP mostram o contrário: só cinco por cento dos profissionais que ali acorrem estão longe de casa. Segundo Fernando Passos, o stress profissional e a instabilidade familiar são os principais responsáveis. O DN contactou a Direcção Nacional da PSP, que nos remeteu para o Gabinete de Psicologia. No entanto, o Gabinete de Relações Públicas garante «que é dado todo o apoio aos agentes».

sábado, 6 de setembro de 2008

FUSÃO PSP E GNR

Segurança. Para responder à onda de crimes, Pinto Monteiro anunciou que queria ver mais partilha de informação entre as polícias. Para isso, vai pôr o DCIAP a coordenar a recolha e tratamento de informações. Outra solução, defendida pela PSP e GNR, é a criação de uma única força de segurançaForça de segurança única é um sinal de "evolução"Os sindicatos da PSP e da GNR acreditam que uma polícia única responderia de forma mais eficaz à criminalidade violenta e organizada, defendendo a sua criação. A 'união' de todas as autoridades do País (GNR, PSP, PJ e SEF) já tinha sido defendida no DN pelo ex-director nacional da PJ, Santos Cabral e é uma solução que Mário Mendes, novo secretário-geral da Segurança Interna ('superpolícia') também apoia. A solução é, no entanto, rejeitada por Carlos Anjos, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da PJ. Ter todas as autoridades reunidas numa única força policial existe em praticamente todos os países da Europa. De fora ficam a Itália e a França e Espanha que implementou, há pouco tempo, a figura do coordenador nacional, cargo semelhante ao que Mário Mendes vai desempenhar. Em Portugal, além de existirem várias forças policiais com défice de comunicação entre elas, as tutelas são diferentes: uma no ministério da Justiça (PJ) e as restantes no Ministério da Administração Interna."Portugal tem muitas polícias e este Governo teve tudo para fazer uma reforma nas forças de segurança e não quis, por falta de coragem", critica Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) da PSP. Também José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) da GNR, acredita que se perdeu a oportunidade para a criação da polícia única, durante a restruturação das forças de segurança."As circunstâncias impõem soluções e a polícia única deve ser estudada como uma delas", defende Santos Cabral. O ex-director nacional da PJ, amigo do novo secretário-geral de Segurança Interna Mário Mendes, que também defende a união, acredita que à evolução da criminalidade se deve responder com "uma evolução das polícias". Para já, "a questão que deve ser encarada é a criação de uma polícia única de investigação criminal", conclui.Apesar da opinião destes dois ex--directores da PJ, o Sindicato do sector, a ASFIC, defende que a polícia única "não é a solução". "Não vale a pena mudar as estruturas quando o problema está nas leis criminais", sustenta Carlos Anjos, que acredita mesmo que "a criação de uma polícia única podia ser pior que a reforma do Código de Processo Penal".PGR aposta em procuradoresA polícia única permitiria a centralização de toda a investigação e informação entre polícias. Dois pontos defendidos pelo Procurador-geral da República (PGR), Pinto Mon- teiro, para o combate à criminalidade violenta. Foi esse o foco da reunião de ontem com os representantes de todas as forças de segurança (GNR, PSP, PJ e SEF), que definiu o modo como vão funcionar as unidades especiais de combate à criminalidade especialmente violenta e altamente organizada.Pinto Monteiro voltou a apostar na estratégia dos super-procuradores: o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), dirigido por Cândida Almeida, vai coordenar a recolha e tratamento de informação das investigações de crimes violentos. Uma aposta à semelhança da que já havia feito com Maria José Morgado, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). Conforme se lê na nota divulgada ontem pela Procuradoria-geral da República, após a reunião, "no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, directamente dependente da Procuradoria-geral da República, funcionará a recolha e tratamento de informações a cargo de magistrados especializados". Nas Comarcas vão também ver criados pontos de contactos com as unidades especiais.
Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Escravatura laboral "escondida"


NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

O que estará a querer dizer este Indio com os sinais de fumo, perguntaram os caros associados. A pedir socorro? A informar qualquer coisa? Nunca saberemos. Mas, no seu tempo, isto era eficaz e resultava.

Hoje, na era da tecnologia e das redes de comunicação, nas normais forças de segurança devia-se usar rádios digitais ou telemoveis, claro se houvesse.

Na escola de policia disseram aos mancebos que a melhor arma que a policia tinha era a caneta e o rádio e que ninguém devia andar na rua sem esses dois acessórios. Bem, diziam...


A prática, em alguns lados, demonstra o contrário. Diz quem sabe que em Lamego vai voltar a usar-se a velha sinalética dos sinais de fumo. Porquê?!...

AFINAL NÃO VEM E ESTÁ NAPSP QUEM QUER, SÓ QUEM PODE.

O concurso para admitir mil novos agentes da PSP está aquém das expectativas. Dos três mil candidatos, só 1070 (36%) passaram à fase seguinte, o que poderá condicionar o preenchimento das vagas prometidas pelo Governo.
Anunciado, em Março, como um dos principais pontos do programa estratégico de segurança do Governo, o processo para reforçar a PSP e a GNR com dois mil novos elementos não tem tido números muito animadores, pelo menos no que diz respeito à primeira força de segurança.
Segundo o JN apurou, a maior parte dos candidatos ao concurso para a PSP (cerca de 1930) não passou à fase final de selecção, ficando pelo caminho após a realização dos testes psicotécnicos, provas físicas e de saúde. Os que não "chumbaram" serão, agora, sujeitos às entrevistas de avaliação de perfil, para terem acesso às mil vagas disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Seguir-se-á o curso de formação, de nove meses. O JN tentou, sem êxito, saber o balanço relativamente ao concurso aberto para a GNR.
Contactado pelo JN, Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), considerou "preocupantes" os resultados conhecidos até ao momento. A começar pelas três mil candidaturas. "É muito pouco, se compararmos, por exemplo, com a década de 90, em que chegava a haver até 14 mil candidatos e, por vezes, 6000 passavam à última fase. Alguma coisa não está bem", afirmou.
Relativamente ao facto de apenas haver 1070 candidatos envolvidos na "disputa" pelas mil vagas prometidas pelo Governo, o dirigente sindical considera que tal poderá implicar "uma selecção menos rigorosa", para que não se corra o risco de alguns lugares ficarem por preencher.
"Desta forma, poderá haver uma redução dos níveis de exigência e de qualidade para entrar na PSP, numa altura em que é preciso melhorar em todos os sentidos para responder aos problemas de segurança", argumentou o dirigente, explicando a pouca afluência de cidadãos como um "reflexo" da falta de condições que marca o quotidiano da Polícia. "Hoje em dia, ser polícia não é uma profissão atractiva. Vive-se em permanente risco de vida; não se trabalha com condições dignas e o salário é ridículo. É preciso uma política séria de segurança", concluiu Paulo Rodrigues.
O JN pediu ao MAI esclarecimentos sobre o ponto da situação dos concursos de selecção para as duas forças de segurança e respectivos prazos, mas não foi dada resposta em tempo útil.
FONTE: Jornal de Notícias.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

NOVOS MEIOS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE



Os meios de transporte na PSP sempre foram um problema, todos sabemos. São carros velhos, são poucos para as necessiddes, são demasiado lentos e grandes, não são nada práticos. Mais conhecidos que o Padre.
Mas é o que há.

Enquanto não há outros, fala-se que o pessoal das brigadas vai ter um "novo" meio de transporte.




A informática, os computadores, que há por aí aos montes, o Governo até os anda a oferecer..., os hipermercados vendem-nos a menos de 500 €, equipamentos modernos, Duo Core, até há por aí uns computadores portateis..., no entanto, por força das circunstãncias, para Lamego, NADA.


Voltar ao tempo da máquina de escrever? Quem sabe.

sábado, 16 de agosto de 2008

SEM COMENTÁRIOS.


Como um dos principais objectivos centrais da ASPP/PSP é “ Defender e promover o prestígio profissional dos associados e da PSP” – aliena c), do art.º 5 dos Estatutos da ASPP-, gostava que a aspplamego.blog.spot publicasse o seguinte texto:
No dia 14 de Agosto de 2008, no recinto da feira semanal de Lamego, um agente da esquadra de Lamego, foi agredido, no exercício das suas funções, por ter ido acudir um fiscal da câmara Municipal de Lamego, que também acabou por ser agredido, sem que esse polícia pudesse evitar e depois tivesse sido necessária a GNR de Lamego para lhes prestar apoio e socorro porque a PSP... estava longe! Vêm de Viseu ou Vila Real?!...
Não houve detenções, pelo menos a polícia e a GNR não levou ninguém.
Os ciganos esses ficaram-se a rir, entre dentes.
Esta foi a segunda vez que vi os ciganos colocarem os homens da PSP a fugir com o rabo entre pernas (sentido figurativo).
Como cidadão pergunto: que raios se está a passar com o pessoal que presta serviço na Esquadra de Lamego? Andam com medo?!...
Agora chamam a GNR de Lamego a lhes vir acudir, aliás situação que não censuro nem critico porque gostei de ver. Que seja um exemplo a seguir.
O que custa a entender é a passividade, a falta de profissionalismo de alguns e a forma como imagem e o prestígio da PSP de Lamego e a segurança que sempre transmitiu às pessoas de Lamego está a ficar em causa com estes comportamentos de parte a parte.
Não conheço as razões, nem os motivos, mas uma coisa se sente: a polícia de Lamego, principalmente o pessoal fardado, demonstra medo dos ciganos. Se não todos a maior parte deles mostra isso. Já em relação ao pessoal à civil, é difícil apurar isso já que não os vejo a esticar-se tanto. Lembro-me agora duma situação em que vi um chefe e dois ou três elementos à civil a entrar pela feira a dentro e foram buscar um cigano que lhes tinha fugido. Gostei de ver aquela coragem. Soube que esse chefe foi demitido por falta de lealdade…
E, mérito à atitude de outros dois elementos das brigadas que sozinhos (diz quem viu eu não estava lá), com os colegas fardados atrás deles a tremer como varas verdes, revistou e apreenderam uma arma de fogo proibida a outro indivíduo cigano.
São estes exemplos do passado, que não vejo. É este exemplo que não aprecio. E são estes os exemplos que nos vão colocar em perigo. Porque nem a PSP, nem o Governo Civil, nem a Câmara têm mão nos ciganos. Eles fazem o que querem, quando querem e onde querem. Porquê.
Respondam-me, senhores polícias

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

NEM TODOS PENSAM IGUAL.

Bragança, 06 Ago (Lusa) - As forças de segurança de Bragança vão dispor, ainda este ano, do primeiro campo de tiro para treinos num Distrito onde há agentes da PSP sem formação há dez anos, foi hoje revelado.
"Há elementos da polícia que, se calhar, há dez anos que não utilizam a pistola em treinos", comentou o comandante distrital da PSP, Amílcar Correia.
De acordo com o comandante, esta realidade que afecta alguns dos cerca de 200 agentes da PSP no Distrito, deve-se à falta de condições para treinar, um "falha" reconhecida hoje pelo secretário de Estado da Administração Interna.
O governante Rui Sá Gomes oficializou, em Bragança, com a Câmara de Macedo de Cavaleiros, um protocolo para a construção de um campo de tiro, o primeiro na região.
A autarquia de Macedo de Cavaleiros disponibilizou o terreno e esta cidade foi a escolhida para a instalação do equipamento pela sua centralidade no Distrito.
Segundo o secretário de Estado, a falta desta infra-estrutura tem obrigado os agentes das forças de segurança a "grandes deslocações, por exemplo a Braga, para fazerem poucas horas de tiro".
No caso da PSP, nos últimos anos, os agentes têm treinado numa carreira de tiro móvel que se desloca duas vezes por ano à região.
De acordo com o comandante Amílcar Correia, esta solução tem permitido a cada agente fazer uma média de 90 tiros por ano mas nem todos têm sido contemplados com a formação porque o tempo que a carreira móvel permanecia na região não permitia.
O comando optou por dar formação aos polícias que se encontram em serviços operacionais, enquanto que outros, como os que estão destacados em serviços administrativos, não utilizam a pistola em treinos há vários anos.
Mesmo aqueles que o fazem, têm tido uma formação "insuficiente", de acordo ainda com o comandante, tendo em conta que os regulamentos internos definem que cada agente deve ter, pelo menos, três formações por ano.
O comandante acredita que "o trabalho não tem sido prejudicado porque não tem havido acidentes, ou seja "nunca nenhum cidadão foi baleado" pela polícia e a arma é pouco utilizada até pela baixa criminalidade e características da região.
Porém, para Amílcar Correia, "a formação é absolutamente importante".
"Para termos um instrumento de trabalho e estarmos à vontade a trabalhar com ele, é absolutamente essencial sabê-lo utilizar bem e, para isso, é preciso praticar e é isso que nós não temos tido possibilidade", afirmou.
Com a nova carreira de tiro "e se forem disponibilizadas munições para gastar e tempo para treinar", o comandante está convencido que "o efectivo policial terá muito mais à vontade para trabalhar no dia-a-dia".
Com este equipamento, o secretário de Estado afasta, para já, a construção programada há vários anos de uma carreira de tiro coberta, que tem inclusive espaço reservado nas instalações de Bragança da PSP.
Implicaria um custo maior que os 150 mil euros previstos para Macedo de Cavaleiros, segundo o governante, que está apostado em cumprir com o programa que prevê a construção ainda este ano de sete carreiras de tiro no país: além de Macedo de Cavaleiros, Portalegre, Castelo Branco, Ponte Lima, Águeda, Coimbra e Guarda.
Rui Sá Gomes lembrou que a "falha" existente no Distrito de Bragança acontece por todo o País" e que o propósito do Governo é colmatá-la.
"É fundamental termos uma polícia bem preparada com meios e com formação", declarou.
HFI.
Fonte: Jornal de Notícias.

terça-feira, 29 de julho de 2008

TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO POLICIAL




As aulas de formação continua na área das técnicas de intervenção policial deviam fazer parte dos planos de formações anuais de todos os comandos e ser prioritária às demais formações, porque é na rua que é posta em causa a segurança individual do agente e a segurança do grupo, e até da própria sociedade. Os intelectuais entenderão que entregar umas fotocópias e estar com o rabo sentado numa cadeira a assistir, a olhar, "Powers Points" dá tarimba para enfrentar a realidade, mas estão enganados.
Entroncamento e Abrantes vêm mostrar que a qualquer momento, em qualquer lugar, podemos estar nós naquela posição. E, estamos preparados?
Como está a ser a realidade da formação em Viseu?

quinta-feira, 24 de julho de 2008

TRISTE MISÉRIA.


Pois é, o Sr. Ministro vende a imagem da criação das brigadas especiais anti-carjacking, exibindo bons carros, bom armamento, bom equipamento de protecção individual, mas nesta esquadra de Lamego, falta tudo.
E não e só material que se sente falta. É de vontade, de alterações e iniciativa.
Vivendo da realidade, não há computadores suficientes nem largura de banda para cumprir os mínimos de acesso às novas tecnologias. Os veículos ao serviço do patrulhamento ainda tem alguma operacionalidade, mas no serviço de investigação criminal?!
Estarão eles preparados para a caça ao carjaking? Com os meios disponíveis aconselhamos a fazer "bedjacking".

sábado, 19 de julho de 2008

"PERDIGÃO" PERDEU A PENA.


Perdigão perdeu a pena,

Não há mal que lhe não venha.

Perdigão que o pensamento

Subiu a um alto lugar,

Perde a pena do voar,

Ganha a pena do tormento.

Não tem no ar nem no vento

Asas com que se sustenha:

Não há mal que lhe não venha.

Quis voar a uma alta torre,

Mas achou-se desasado;

E, vendo-se depenado,

De puro penado morre.

Se a queixumes se socorre,

Lança no fogo mais lenha:

Não há mal que lhe não venha.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

MUDANÇAS À VISTA?!...


Fala-se, disse-se, que afinal a PSP de Lamego vai voltar a ser Divisão Policial. Portaria a legislar nesse sentido não existe, mas fala-se que vai ser publicada brevemente e que essa decisão está tomada e é um facto. Adiantando-se a essa decisão politica em Lamego adapta-se à nova organização havendo para já a assinalar mudanças nos cargos do comando desta "divisão" ou "esquadra".