Sitio dos Sócios da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia. Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
SEM COMENTÁRIOS.

Como um dos principais objectivos centrais da ASPP/PSP é “ Defender e promover o prestígio profissional dos associados e da PSP” – aliena c), do art.º 5 dos Estatutos da ASPP-, gostava que a aspplamego.blog.spot publicasse o seguinte texto:
No dia 14 de Agosto de 2008, no recinto da feira semanal de Lamego, um agente da esquadra de Lamego, foi agredido, no exercício das suas funções, por ter ido acudir um fiscal da câmara Municipal de Lamego, que também acabou por ser agredido, sem que esse polícia pudesse evitar e depois tivesse sido necessária a GNR de Lamego para lhes prestar apoio e socorro porque a PSP... estava longe! Vêm de Viseu ou Vila Real?!...
Não houve detenções, pelo menos a polícia e a GNR não levou ninguém.
Os ciganos esses ficaram-se a rir, entre dentes.
Esta foi a segunda vez que vi os ciganos colocarem os homens da PSP a fugir com o rabo entre pernas (sentido figurativo).
Como cidadão pergunto: que raios se está a passar com o pessoal que presta serviço na Esquadra de Lamego? Andam com medo?!...
Agora chamam a GNR de Lamego a lhes vir acudir, aliás situação que não censuro nem critico porque gostei de ver. Que seja um exemplo a seguir.
O que custa a entender é a passividade, a falta de profissionalismo de alguns e a forma como imagem e o prestígio da PSP de Lamego e a segurança que sempre transmitiu às pessoas de Lamego está a ficar em causa com estes comportamentos de parte a parte.
Não conheço as razões, nem os motivos, mas uma coisa se sente: a polícia de Lamego, principalmente o pessoal fardado, demonstra medo dos ciganos. Se não todos a maior parte deles mostra isso. Já em relação ao pessoal à civil, é difícil apurar isso já que não os vejo a esticar-se tanto. Lembro-me agora duma situação em que vi um chefe e dois ou três elementos à civil a entrar pela feira a dentro e foram buscar um cigano que lhes tinha fugido. Gostei de ver aquela coragem. Soube que esse chefe foi demitido por falta de lealdade…
E, mérito à atitude de outros dois elementos das brigadas que sozinhos (diz quem viu eu não estava lá), com os colegas fardados atrás deles a tremer como varas verdes, revistou e apreenderam uma arma de fogo proibida a outro indivíduo cigano.
São estes exemplos do passado, que não vejo. É este exemplo que não aprecio. E são estes os exemplos que nos vão colocar em perigo. Porque nem a PSP, nem o Governo Civil, nem a Câmara têm mão nos ciganos. Eles fazem o que querem, quando querem e onde querem. Porquê.
Respondam-me, senhores polícias
No dia 14 de Agosto de 2008, no recinto da feira semanal de Lamego, um agente da esquadra de Lamego, foi agredido, no exercício das suas funções, por ter ido acudir um fiscal da câmara Municipal de Lamego, que também acabou por ser agredido, sem que esse polícia pudesse evitar e depois tivesse sido necessária a GNR de Lamego para lhes prestar apoio e socorro porque a PSP... estava longe! Vêm de Viseu ou Vila Real?!...
Não houve detenções, pelo menos a polícia e a GNR não levou ninguém.
Os ciganos esses ficaram-se a rir, entre dentes.
Esta foi a segunda vez que vi os ciganos colocarem os homens da PSP a fugir com o rabo entre pernas (sentido figurativo).
Como cidadão pergunto: que raios se está a passar com o pessoal que presta serviço na Esquadra de Lamego? Andam com medo?!...
Agora chamam a GNR de Lamego a lhes vir acudir, aliás situação que não censuro nem critico porque gostei de ver. Que seja um exemplo a seguir.
O que custa a entender é a passividade, a falta de profissionalismo de alguns e a forma como imagem e o prestígio da PSP de Lamego e a segurança que sempre transmitiu às pessoas de Lamego está a ficar em causa com estes comportamentos de parte a parte.
Não conheço as razões, nem os motivos, mas uma coisa se sente: a polícia de Lamego, principalmente o pessoal fardado, demonstra medo dos ciganos. Se não todos a maior parte deles mostra isso. Já em relação ao pessoal à civil, é difícil apurar isso já que não os vejo a esticar-se tanto. Lembro-me agora duma situação em que vi um chefe e dois ou três elementos à civil a entrar pela feira a dentro e foram buscar um cigano que lhes tinha fugido. Gostei de ver aquela coragem. Soube que esse chefe foi demitido por falta de lealdade…
E, mérito à atitude de outros dois elementos das brigadas que sozinhos (diz quem viu eu não estava lá), com os colegas fardados atrás deles a tremer como varas verdes, revistou e apreenderam uma arma de fogo proibida a outro indivíduo cigano.
São estes exemplos do passado, que não vejo. É este exemplo que não aprecio. E são estes os exemplos que nos vão colocar em perigo. Porque nem a PSP, nem o Governo Civil, nem a Câmara têm mão nos ciganos. Eles fazem o que querem, quando querem e onde querem. Porquê.
Respondam-me, senhores polícias
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
NEM TODOS PENSAM IGUAL.
Bragança, 06 Ago (Lusa) - As forças de segurança de Bragança vão dispor, ainda este ano, do primeiro campo de tiro para treinos num Distrito onde há agentes da PSP sem formação há dez anos, foi hoje revelado.
"Há elementos da polícia que, se calhar, há dez anos que não utilizam a pistola em treinos", comentou o comandante distrital da PSP, Amílcar Correia.
De acordo com o comandante, esta realidade que afecta alguns dos cerca de 200 agentes da PSP no Distrito, deve-se à falta de condições para treinar, um "falha" reconhecida hoje pelo secretário de Estado da Administração Interna.
O governante Rui Sá Gomes oficializou, em Bragança, com a Câmara de Macedo de Cavaleiros, um protocolo para a construção de um campo de tiro, o primeiro na região.
A autarquia de Macedo de Cavaleiros disponibilizou o terreno e esta cidade foi a escolhida para a instalação do equipamento pela sua centralidade no Distrito.
Segundo o secretário de Estado, a falta desta infra-estrutura tem obrigado os agentes das forças de segurança a "grandes deslocações, por exemplo a Braga, para fazerem poucas horas de tiro".
No caso da PSP, nos últimos anos, os agentes têm treinado numa carreira de tiro móvel que se desloca duas vezes por ano à região.
De acordo com o comandante Amílcar Correia, esta solução tem permitido a cada agente fazer uma média de 90 tiros por ano mas nem todos têm sido contemplados com a formação porque o tempo que a carreira móvel permanecia na região não permitia.
O comando optou por dar formação aos polícias que se encontram em serviços operacionais, enquanto que outros, como os que estão destacados em serviços administrativos, não utilizam a pistola em treinos há vários anos.
Mesmo aqueles que o fazem, têm tido uma formação "insuficiente", de acordo ainda com o comandante, tendo em conta que os regulamentos internos definem que cada agente deve ter, pelo menos, três formações por ano.
O comandante acredita que "o trabalho não tem sido prejudicado porque não tem havido acidentes, ou seja "nunca nenhum cidadão foi baleado" pela polícia e a arma é pouco utilizada até pela baixa criminalidade e características da região.
Porém, para Amílcar Correia, "a formação é absolutamente importante".
"Para termos um instrumento de trabalho e estarmos à vontade a trabalhar com ele, é absolutamente essencial sabê-lo utilizar bem e, para isso, é preciso praticar e é isso que nós não temos tido possibilidade", afirmou.
Com a nova carreira de tiro "e se forem disponibilizadas munições para gastar e tempo para treinar", o comandante está convencido que "o efectivo policial terá muito mais à vontade para trabalhar no dia-a-dia".
Com este equipamento, o secretário de Estado afasta, para já, a construção programada há vários anos de uma carreira de tiro coberta, que tem inclusive espaço reservado nas instalações de Bragança da PSP.
Implicaria um custo maior que os 150 mil euros previstos para Macedo de Cavaleiros, segundo o governante, que está apostado em cumprir com o programa que prevê a construção ainda este ano de sete carreiras de tiro no país: além de Macedo de Cavaleiros, Portalegre, Castelo Branco, Ponte Lima, Águeda, Coimbra e Guarda.
Rui Sá Gomes lembrou que a "falha" existente no Distrito de Bragança acontece por todo o País" e que o propósito do Governo é colmatá-la.
"É fundamental termos uma polícia bem preparada com meios e com formação", declarou.
HFI. Fonte: Jornal de Notícias.
"Há elementos da polícia que, se calhar, há dez anos que não utilizam a pistola em treinos", comentou o comandante distrital da PSP, Amílcar Correia.
De acordo com o comandante, esta realidade que afecta alguns dos cerca de 200 agentes da PSP no Distrito, deve-se à falta de condições para treinar, um "falha" reconhecida hoje pelo secretário de Estado da Administração Interna.
O governante Rui Sá Gomes oficializou, em Bragança, com a Câmara de Macedo de Cavaleiros, um protocolo para a construção de um campo de tiro, o primeiro na região.
A autarquia de Macedo de Cavaleiros disponibilizou o terreno e esta cidade foi a escolhida para a instalação do equipamento pela sua centralidade no Distrito.
Segundo o secretário de Estado, a falta desta infra-estrutura tem obrigado os agentes das forças de segurança a "grandes deslocações, por exemplo a Braga, para fazerem poucas horas de tiro".
No caso da PSP, nos últimos anos, os agentes têm treinado numa carreira de tiro móvel que se desloca duas vezes por ano à região.
De acordo com o comandante Amílcar Correia, esta solução tem permitido a cada agente fazer uma média de 90 tiros por ano mas nem todos têm sido contemplados com a formação porque o tempo que a carreira móvel permanecia na região não permitia.
O comando optou por dar formação aos polícias que se encontram em serviços operacionais, enquanto que outros, como os que estão destacados em serviços administrativos, não utilizam a pistola em treinos há vários anos.
Mesmo aqueles que o fazem, têm tido uma formação "insuficiente", de acordo ainda com o comandante, tendo em conta que os regulamentos internos definem que cada agente deve ter, pelo menos, três formações por ano.
O comandante acredita que "o trabalho não tem sido prejudicado porque não tem havido acidentes, ou seja "nunca nenhum cidadão foi baleado" pela polícia e a arma é pouco utilizada até pela baixa criminalidade e características da região.
Porém, para Amílcar Correia, "a formação é absolutamente importante".
"Para termos um instrumento de trabalho e estarmos à vontade a trabalhar com ele, é absolutamente essencial sabê-lo utilizar bem e, para isso, é preciso praticar e é isso que nós não temos tido possibilidade", afirmou.
Com a nova carreira de tiro "e se forem disponibilizadas munições para gastar e tempo para treinar", o comandante está convencido que "o efectivo policial terá muito mais à vontade para trabalhar no dia-a-dia".
Com este equipamento, o secretário de Estado afasta, para já, a construção programada há vários anos de uma carreira de tiro coberta, que tem inclusive espaço reservado nas instalações de Bragança da PSP.
Implicaria um custo maior que os 150 mil euros previstos para Macedo de Cavaleiros, segundo o governante, que está apostado em cumprir com o programa que prevê a construção ainda este ano de sete carreiras de tiro no país: além de Macedo de Cavaleiros, Portalegre, Castelo Branco, Ponte Lima, Águeda, Coimbra e Guarda.
Rui Sá Gomes lembrou que a "falha" existente no Distrito de Bragança acontece por todo o País" e que o propósito do Governo é colmatá-la.
"É fundamental termos uma polícia bem preparada com meios e com formação", declarou.
HFI. Fonte: Jornal de Notícias.
terça-feira, 29 de julho de 2008
TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO POLICIAL


As aulas de formação continua na área das técnicas de intervenção policial deviam fazer parte dos planos de formações anuais de todos os comandos e ser prioritária às demais formações, porque é na rua que é posta em causa a segurança individual do agente e a segurança do grupo, e até da própria sociedade. Os intelectuais entenderão que entregar umas fotocópias e estar com o rabo sentado numa cadeira a assistir, a olhar, "Powers Points" dá tarimba para enfrentar a realidade, mas estão enganados.
Entroncamento e Abrantes vêm mostrar que a qualquer momento, em qualquer lugar, podemos estar nós naquela posição. E, estamos preparados?
Como está a ser a realidade da formação em Viseu?
quinta-feira, 24 de julho de 2008
TRISTE MISÉRIA.

Pois é, o Sr. Ministro vende a imagem da criação das brigadas especiais anti-carjacking, exibindo bons carros, bom armamento, bom equipamento de protecção individual, mas nesta esquadra de Lamego, falta tudo.
E não e só material que se sente falta. É de vontade, de alterações e iniciativa.
Vivendo da realidade, não há computadores suficientes nem largura de banda para cumprir os mínimos de acesso às novas tecnologias. Os veículos ao serviço do patrulhamento ainda tem alguma operacionalidade, mas no serviço de investigação criminal?!
Estarão eles preparados para a caça ao carjaking? Com os meios disponíveis aconselhamos a fazer "bedjacking".
sábado, 19 de julho de 2008
"PERDIGÃO" PERDEU A PENA.

Perdigão perdeu a pena,
Não há mal que lhe não venha.
Perdigão que o pensamento
Subiu a um alto lugar,
Perde a pena do voar,
Ganha a pena do tormento.
Não tem no ar nem no vento
Asas com que se sustenha:
Não há mal que lhe não venha.
Quis voar a uma alta torre,
Mas achou-se desasado;
E, vendo-se depenado,
De puro penado morre.
Se a queixumes se socorre,
Lança no fogo mais lenha:
Não há mal que lhe não venha.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
MUDANÇAS À VISTA?!...

Fala-se, disse-se, que afinal a PSP de Lamego vai voltar a ser Divisão Policial. Portaria a legislar nesse sentido não existe, mas fala-se que vai ser publicada brevemente e que essa decisão está tomada e é um facto. Adiantando-se a essa decisão politica em Lamego adapta-se à nova organização havendo para já a assinalar mudanças nos cargos do comando desta "divisão" ou "esquadra".
sexta-feira, 27 de junho de 2008
A CULPA NÃO É DELE.

Lendo com atenção das declarações do Sr. Bastonário uma certeza sai das suas palavras: de facto os sindicatos são os principais responsáveis pela falta de policias nas vias públicas durante a noite, visto que, durante o dia andarem às centenas a cotovelar-se. De facto essas centenas de pessoas deviam trabalhar de dia e à noite, sem repousar, sem descansar, de dia a organizar a gestão, os inquéritos, os processos, as ocorrências, a fiscalização, a formação e a patrulhar, e, à noite, voltavam a vir trabalhar para guardar o sono repousante do Sr. Bastonário e companhia de "donos da verdade absoluta", prendendo pessoas que cometem crimes para, no próximo dia o sistema - diga-se advogados - na legitimidade do direito de defesa do arguido, a tudo fazer para esse criminoso voltar ao trabalho...
Assim sem esses sindicalistas para reclamar por horários justos, sem sindicatos para exigir a reposição da legalidade constitucional do direito ao repouso, sem sindicalistas para exigir direitos, como férias e o direito à família, havia polícias com fartura...
No entanto, gostávamos que o Sr. Primeiro Ministro, a Assembleia da República legislasse no sentido de não ser obrigatório a constituição de defensor em todos os processos crimes, cíveis e administrativos. Dessa forma o Sr. Bastonário perdia o pio. Porque, conhecendo nós o sistema por dentro, tendo o direito moral de apreciar profissionalmente a aptidão de muitos advogados, ou seja aquele "joio" que se distingue do "trigo", oxalá, todos iamos beneficiar com essa medida. Pelo menos a nossa defesa não dependeria deles .
O Sr. Bastonário falou, a ASPP deu uma exemplar resposta através de um dos melhores comunicados produzidos nos últimos tempos e quem mais falou para nos defender, a não ser os sindicalistas?!...
A CULPA É DE QUÊM, SR. BASTONÁRIO?!... DIGA LÁ.

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, esteve na comissão parlamentar de Direitos Liberdades e Garantias onde defendeu que o número de agentes da PSP e da GNR afectos à segurança poderia ser bem maior. Se há falta de polícias na rua a culpa, na opinião do bastonário, é dos sindicatos.
Para Marinho Pinto, a quantidade de assaltos a estabelecimentos comerciais e a residências é preocupante, sendo por isso necessários «polícias fardados à noite para dissuadir a prática do crime».
Segundo o bastonário, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), que estão vocacionadas para a segurança, «não estão a cumprir cabalmente as suas funções» devido «à influência do sindicalismo nas forças policiais».
O bastonário dos advogados, Marinho Pinto, criticou a acção da GNR e da PSP ao considerar que as duas forças de segurança «não estão a cumprir cabalmente a suas funções» e pediu mais polícias nas ruas durante a noite.
«O que se está a passar no país é muito preocupante. Nós não temos Polícia durante a noite», disse António Marinho Pinto na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde foi ouvido no âmbito da discussão na especialidade das Leis de Segurança Interna e de Organização da Investigação Criminal, assim como do Conselho para a Prevenção da Corrupção.
O bastonário da Ordem dos Advogados sublinhou que durante o dia «os polícias amontoam-se nas esquadras» das grandes cidades, mas à noite «estão completamente abandonadas» e muitas vezes «entregues a jovens inexperientes»
Para Marinho Pinto, a quantidade de assaltos a estabelecimentos comerciais e a residências é preocupante, sendo por isso necessários «polícias fardados à noite para dissuadir a prática do crime».
Segundo o bastonário, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), que estão vocacionadas para a segurança, «não estão a cumprir cabalmente as suas funções» devido «à influência do sindicalismo nas forças policiais».
O bastonário dos advogados, Marinho Pinto, criticou a acção da GNR e da PSP ao considerar que as duas forças de segurança «não estão a cumprir cabalmente a suas funções» e pediu mais polícias nas ruas durante a noite.
«O que se está a passar no país é muito preocupante. Nós não temos Polícia durante a noite», disse António Marinho Pinto na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde foi ouvido no âmbito da discussão na especialidade das Leis de Segurança Interna e de Organização da Investigação Criminal, assim como do Conselho para a Prevenção da Corrupção.
O bastonário da Ordem dos Advogados sublinhou que durante o dia «os polícias amontoam-se nas esquadras» das grandes cidades, mas à noite «estão completamente abandonadas» e muitas vezes «entregues a jovens inexperientes»
créditos à TSF.
terça-feira, 24 de junho de 2008
LAMEGO, ESQUADRA!... PORQUÊ?!...

Uma interrogação deve assolar o pensamento de todos nós que é a seguinte: porque motivo a Secção de Lamego desceu ao nível de Esquadra, enquanto, no exemplo de Chaves, esta se manteve como Divisão?
Os mais pessimistas falam novamente que é o novo passo para a saída de PSP de Lamego, outros dizem que foi incompetência da hierarquia da PSP que, desde a morte do comissário Guedes da Silva, transformou a Secção de Lamego numa esquadra, porque depois desse triste caso sempre teve Subcomissários a comandar e não Comissários.
Não há uma resposta, mas uma coisa é certa, penso que alguém na PSP ou no Governo anda a dar tiros nos pés e o futuro vai estragar-lhe a jogada...
Dessa forma a abertura da 2.ª Esquadra em Viseu absorve o imaginário do pessoal que presta serviço em Lamego e sonha em ir mais rapidamente para perto de casa, porque querem-se ver livre de Lamego, essa é uma triste ilusão, tanto para eles como para nós porque só a PSP enquanto força de policia é que perdeu com esta decisão.
Ao passar de Divisão a Esquadra, a orgânica, o funcionamento vai ser diferente e a cidade vai ser prejudicada bem como todos os seu elementos porque se perdeu peso de influência. A partir de agora é uma unidade orgânica subjugada às decisões de Viseu, sem autonomia e sem meios, quer materiais quer humanos.
A Esquadra de Investigação Criminal foi extinta, a Esquadra de Trânsito também, e, agora?!... Vem o pessoal de Viseu resolver os problemas a Lamego a todas as horas e a todos os momentos, tipo CODU ?!... Ou vai ser tudo ao monte e fé em Deus?!... Tipo tropa de Sabimbe.
Com esta decisão, também no aspecto politico, mais uma vez a cidade de Lamego foi ultrapassada por Viseu, porque com ela o estatuto da PSP de Lamego foi arrastado e desceu na consideração social como se vai ver no futuro.
Resta o profissionalismo do seu pessoal que, mesmo que se considere desmotivado, seja pelo conjunto de circunstâncias internas e externas, seja pela incompetência de quem decide, existe para nos dar alguma esperança.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
ESQUADRA DE LAMEGO

A Divisão de Lamego passou a Esquadra e nem a N.S. dos Remédios lhe acudiu.
Esta despromoção não dignifica a cidade de Lamego, quanto aos profissionais, o que havemos de dizer?... Os iluminados que contribuíram para esta decisão lá terão as suas razões e, se tudo correr bem foi uma boa decisão se correr mal, também.
Contudo, estas alterações, no que toca à organização do serviço operacional, de certeza irá obrigar a improvisos, a adaptações, a mudanças. Irá?!...
Contudo, no que toca a novas mudanças, aguardem o que nos reservou o grupo de trabalho da reforma do estatuto de pessoal...
O diploma que aprovou as estruturas é este: Portaria n.º 434/2008, de 18 de Junho.
Vale a pena ler.
Continuemos de férias... e a ver a nossa dita selecção nacional.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
NO BOM CAMINHO
De momento o Blog está adormecido com a crise dos combustíveis e com o Euro 2008. Notícias até as há, mas como ninguém além de nós quer colaborar, tomando a iniciativa de participar enviando textos para o email, nós também vamos comprar uns amendoins, umas cervejas, e aproveitar para carregar no botão do comando da TV e assistir à alegria do Povo. Porque é isto que o meu povo gosta: futebol. Os problemas podem esperar...Será que o nosso "menino" aguenta com esta pressão...

sexta-feira, 30 de maio de 2008
DEVIAMOS ESTAR CONTENTES COM O SALÁRIO
A fazer fé no Jornal Correio da Manhã, o actual Senhor Comandante do COMETLIS, num discurso efectuado à frente do seu pessoal terá dito: “Deviam estar contentes com o salário” que está a provocar um tremor de terra em Lisboa.
Desculpem caros leitores, mas estas palavras são Sábias.
Só um Sr. Oficial iluminado, uma personagem inconsciente saída de uma triste comédia e um bom líder possui esta clarividência para utilizar esta terapia de choque para motivar o pessoal.
Pessoal que não progride de escalão há 3 anos, pessoal que viu o SAD/PSP abandonar os familiares, possuem salários abaixo da média na função pública (vejam os índices 100 da função pública para ver onde estamos posicionados), sem subsídios de risco, nem pagamento de horas nocturnas, feriados, e, com carga horária por regulamentar à vontade das necessidades, sem viatura do serviço para se deslocar (também eles têm carácter permanente de disponibilidade), sem habitação por conta do estado, sem mordomias e ajudas de representação, sem isenção de horários, sem equipamentos de protecção individual para lhe garantir alguma protecção contra actos violentos, sem apoio nos turnos nocturnos, fins-de-semana e feriados, e com apoio moral desta espécie!
Reduzindo-nos ao nosso burgo, até dá para questionar, quem não se lembra de outro iluminado que há uns anos passou aqui por Lamego que disse na sua primeira reunião de apresentação: “ Comigo os problemas pessoais do pessoal ficam lá fora do portão!” – lembram-se? Pois esteve cá pouco tempo... Antes, outro dizia que só vivia da polícia, mas… Antes…
Assim, caros colegas, para não se fugir do assunto, como dizem o ditado: “ Fala só quando aquilo que tens para dizer é mais importante do que o teu silêncio.”- devemos aprender a estar calados.
Salutar, um ar de esperança de tempos pacíficos foi ouvir o novo Sr. Comandante Distrital de Viseu, ontem, numa reunião tido ontem em Lamego, dizer aquilo que disse. Promete. Mantenha-se assim e vai ver que o pessoal, o bom pessoal, tirando os “lambe botas”, porque essa espécie de pessoas há em todo lado, dar-lhe-ão bons motivos para com nobreza os Comandar.
Desculpem caros leitores, mas estas palavras são Sábias.
Só um Sr. Oficial iluminado, uma personagem inconsciente saída de uma triste comédia e um bom líder possui esta clarividência para utilizar esta terapia de choque para motivar o pessoal.
Pessoal que não progride de escalão há 3 anos, pessoal que viu o SAD/PSP abandonar os familiares, possuem salários abaixo da média na função pública (vejam os índices 100 da função pública para ver onde estamos posicionados), sem subsídios de risco, nem pagamento de horas nocturnas, feriados, e, com carga horária por regulamentar à vontade das necessidades, sem viatura do serviço para se deslocar (também eles têm carácter permanente de disponibilidade), sem habitação por conta do estado, sem mordomias e ajudas de representação, sem isenção de horários, sem equipamentos de protecção individual para lhe garantir alguma protecção contra actos violentos, sem apoio nos turnos nocturnos, fins-de-semana e feriados, e com apoio moral desta espécie!
Reduzindo-nos ao nosso burgo, até dá para questionar, quem não se lembra de outro iluminado que há uns anos passou aqui por Lamego que disse na sua primeira reunião de apresentação: “ Comigo os problemas pessoais do pessoal ficam lá fora do portão!” – lembram-se? Pois esteve cá pouco tempo... Antes, outro dizia que só vivia da polícia, mas… Antes…
Assim, caros colegas, para não se fugir do assunto, como dizem o ditado: “ Fala só quando aquilo que tens para dizer é mais importante do que o teu silêncio.”- devemos aprender a estar calados.
Salutar, um ar de esperança de tempos pacíficos foi ouvir o novo Sr. Comandante Distrital de Viseu, ontem, numa reunião tido ontem em Lamego, dizer aquilo que disse. Promete. Mantenha-se assim e vai ver que o pessoal, o bom pessoal, tirando os “lambe botas”, porque essa espécie de pessoas há em todo lado, dar-lhe-ão bons motivos para com nobreza os Comandar.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
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