quinta-feira, 27 de março de 2008

O QUE É ISTO?...


Meu Senhores, isto será verdade?
Então, estamos a evoluir…
Uma viatura destas está habitualmente parada na recta entre o Ramalhão(Sintra) e o Autódromo do Estoril.Outra no IC19 entre Mem martins e a saída para Mafra/Ericeira etcNovo modelo de radar - DIVULGUEM!!
Isto já cá está!Prevenir ..... sim! Educar ... sim! Sensibilizar ... sim! ...Caçar, á procura de €uros, NÃO!Aquilo não é um radar é uma 'arma' de caça!
E agora diz-me:Não tens pena de viver num País assim?

créditos ao autor.

sexta-feira, 21 de março de 2008

NÃO HÁ SUBCHEFES NEM CHEFES


Inédito, surreal, inexplicavél, apenas um chefe escalado e a prestar serviço..., durante a época da Pascoa. Como é possível?!... Os restantes foram de Férias, Baixas e Assistência e muita, mas mesmo muita má gestão.

E agentes?!... São as férias, baixas, diligências, mas ficaram alguns "escravos" para fazer o trabalho.

E, finalmente, Oficiais, "no coments"...

No entanto, os tristes dos agentes que ficaram, mesmo que doentes da " mona" ou com pouca motivação face ao belo exemplo vindo de cima e que é dado pelos ditos "superiores" que vai trabalhar nos feriados, nem uns excessos por conta do trabalho prestado nesta altura. NADA, aquele maldito texto do fax não permite...
Pois é, seria neste momento que os verdadeiros lideres faziam a diferença (mandavam passear o fax e davam os excessos), mas infelizmente não fazem e não permitem.

quarta-feira, 19 de março de 2008

AVALIAÇÕES DO MÉRITO

As avaliações ao mérito feitas ao pessoal que presta serviço em Lamego estão feitas. Os avaliados estão a receber as notas.

" Quantas são. Venham elas, não tenho medo de ninguém!..."

Pois é, mas 5 valores numa escala de 10, faz ferver os azeites a qualquer um...

Contudo, bonito vai ser quando estas avaliações se refletirem nas progressões: em 3 anos tem-se de ter pelo menos 2 (duas) de Bom ( 6,7 ou 8 valores).

Com o 5 (cinco), é só Suficiente...

FORMAÇÃO 3


Esta é, será que é, a solução ideal para efectuar formação de tiro reactivo, prático? !...
A saúde do pessoal (pólvora no ar devido às partículas minúsculas que são respiráveis) estará garantida neste tipo de formação? O pessoal que sofre de doenças respiratórias está informado das consequências possíveis da exposição a este tipo de ambiente? Quem fiscaliza as condições deste tipo de equipamento? Tantas perguntas e nenhuma resposta, pelo menos que nós as saibamos dar.

sábado, 15 de março de 2008

Formação 2

Andam por aqui piratas informáticos ou o quê!... Isto dá para desconfiar. Desapareceu...

quinta-feira, 13 de março de 2008

FORMAÇÃO EM VISEU

Uma das principais obrigações e funções da PSP é ministrar formação e informação aos seus subordinados. Contudo, formação e informação é uma miragem.
Não há aulas nem teóricas nem práticas, não há elementos a praticar técnicas-policiais nem de defesa pessoal. Lá vai havendo umas formações na sala de formação na sede do comando para onde os elementos são, criteriosamente ( quase sempre são os mesmos), nomeados para uns dias em Viseu (falando do pessoal que presta serviço em Lamego).
E quanto à formação de tiro, sem comentários. Aliás, há quem diga, não sabemos se é verdade, que existe no edifício da PSP de Viseu, um espaço que foi projectado para uma carreira de tiro. No entanto, e por agora as sessões actuais de tiro prático são efectuadas à pressa nas carreiras de tiro "alugadas" ou no camião da PSP, cumprindo-se os períodos da forma que são superiormente determinados cuja finalidade se esgota na missão cumprida, mesmo que os elementos saiam de lá sem saber desmontar a arma que lhe está distribuída, normalmente STAR`s. Agora vêem, e falam de avaliação de tiro! Dá mesmo para rir!...
Caricato ou não, todos os comandos de polícia possuem uma equipa de formação permanente de técnicas policiais, mas Viseu é uma excepção. Os actuais elementos formadores são agentes que cumprem serviço operacional normal e excepcionalmente são convocados para dar umas formações de tiro, para "inglês ver". Pena é que existindo dois excelentes quadros, ex-operacionais do GOE, com provas dadas naquilo que valem, estejam subaproveitados.
O pessoal só tinha a ganhar se fosse criada uma equipa permanente de formação, mas para já está entregue a teóricos. Porquê, não interessa que o pessoal esteja preparado e motivado? Parece que não, para não se apostar na formação.
Isto assim não é formação. É uma "espécie" de formação e não há Moral para os avaliadores avaliarem.
Em Viseu existe igualmente um ginásio, ou melhor um espaço que foi criado para ginásio, às moscas e entregue ao pó. É mesmo para perguntar: será que ninguém aposta na formação física e dá utilidade ao espaço dignificando a própria imagem da PSP?
E no acesso à informação. Vejam só isto, dão formação SEI, tudo é feito nos computadores, até a ordem de serviço não sai do computador, e computadores para trabalhar e para se informar? Quantos para quantos agentes?!...
E computador para se informarem.
A titulo de exemplo, alguém sabe quantos pertencentes à PSP e ligados à rede existem em Lamego?
Já agora, quantos gabinetes de Srs. Oficiais ou Srs. Chefes de Serviços estão sem computadores? Agora imaginem o pessoal operacional..., ena tantos, e computadores?
Vale a pena meditar nisto.
Alterada e republicada pelo Blog.
Créditos aos autores.

terça-feira, 4 de março de 2008

Segurança é palavra desconhecida

Os profissionais da PSP continuam à espera de ver consagrados direitos que dizem não ter. As queixas são mais que muitas e vão desde a falta de meios, até à falta de segurança, passando pelo mau estado das esquadras. Problemas que dizem ser antigos, mas ainda sem solução.-Ana Caridade - O Primeiro de Janeiro.
A lista de doenças profissionais que podem afectar os agentes da Policia de Segurança Publica é extensa e nada animadora. Para além do stress pós-traumático e dos altos níveis de ansiedade, as doenças coronárias e as oncológicas têm nos polícias uma incidência superior à média. O suicídio, a dependência de álcool e drogas e os distúrbios do sistema nervoso também estão há muito associados à profissão. Motivos que, na opinião dos profissionais da PSP, são mais do que suficientes para que o poder político olhe para eles com outros olhos. Querem garantias de segurança, querem acesso privilegiado à saúde, querem estar informados, querem investimento na prevenção. Apesar das reivindicações, dizem que a única coisa que têm recebido é uma mão cheia de nada. Durante um seminário que aconteceu na sede distrital do Porto da Associação Sindical de Profissionais da Policia/PSP, o discurso de revolta foi transversal. Discutia-se Saúde e Segurança no Trabalho, palavras que não fazem parte do dicionário das forças de segurança portuguesas. Na verdade, são excluídas de todos os tratados, artigos e leis que consagram a segurança no trabalho. O artigo 118 do tratado que institui a Comunidade Económica Europeia, tem como finalidade assegurar a segurança dos trabalhadores que fazem parte deste espaço económico. Esse artigo entrou em vigor em Portugal em 1991 e é valido para todos, menos para os profissionais das forças policiais que são expressamente excluídos. O mesmo acontece com o código de trabalho que bane do seu braço legal as forças de segurança. Só a ConstituiçãoMadalena de Lima, advogada e investigadora da Universidade Autónoma de Barcelona no campo da segurança no trabalho diz que, perante este cenário, os polícias deste país só têm a Constituição do seu lado. “Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções politicas ou ideológicas, têm o direito à prestação do trabalho em condições de higiene e segurança” pode ler-se no artigo 59º da Constituição da República Portuguesa. Uma prática que, segundo a especialista que se tem debruçado sobre a questão da segurança nas forças policias, “é completamente desconhecida dentro das forças de segurança”. Madalena de Lima defende que em Portugal deveria existir “uma legislação que se adaptasse à real situação dos profissionais da polícia que não podem ser considerados trabalhadores como outros quaisquer”. Isto porque, “os polícias estão sujeitos a pressões, a riscos e a perigos que a grande generalidade das profissões não acarreta e que lhes aumenta em muito os níveis de ansiedade”. A investigadora disse ainda que “a falta de meios é uma das principais fontes de stress e que a desadequação desses meios, como sejam os carros e as armas, são responsáveis pela grande maioria das doenças profissionais que afectam os agentes”. Segundo Paulo Teixeira, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia/PSP (ASPP/PSP), em Portugal, nos vários sectores de actividade, incluindo sectores da Administração Pública, “foi necessário muito tempo para que se reconhecessem até que ponto as condições de trabalho e a produtividade se encontram ligadas”. Numa primeira fase, diz o responsável, houve apenas percepção da incidência económica dos acidentes de trabalho, onde inicialmente só eram considerados os custos directos relacionados com a assistência médica e indemnizações. “Só mais tarde se começaram a considerar as doenças profissionais”. Começou então a perceber-se que os custos indirectos dos acidentes de trabalho e as próprias doenças profissionais – com a perda de horas de trabalho, interrupções no serviço, custos inerentes à recuperação dos profissionais – são geralmente quatro vezes mais elevados que os custos directos.“Mais uma vez a PSP demonstrou não saber acompanhar o ritmo da evolução da sociedade em geral, perfilando-se actualmente nas fileiras da primeira fase desta matéria, onde a maior preocupação, no que diz respeito aos acidentes de trabalho, ainda reside na problemática da incidência económica na área da assistência médica e indemnizações. Longe, portanto, do princípio de que prevenir é sempre mais barato que curar”, realçou Paulo Teixeira.

sábado, 1 de março de 2008

SEGURANÇA E HIGIENE NA PSP

«A polícia portuguesa está a anos-luz daquilo que seria adequado em termos de segurança, higiene e saúde no trabalho» ,disse Paulo Rodrigues, da ASPP, que esta manhã promoveu um seminário sobre Segurança e saúde no trabalho na PSP.

Segundo referiu, classificando de um a 10 essas condições, a polícia portuguesa está no um, sendo que se conclui que a legislação que define as condições de saúde, segurança e higiene no trabalho não se aplica na PSP.

«Temos esquadras degradadas, não climatizadas, sem locais para descanso e sem salas de apoio à vítima» , apontou a título de exemplo.

Para o responsável, as falhas que se verificam são da responsabilidade do Estado, que não cria condições de trabalho dignas para os polícias.

«A intenção do Governo é a cura, não a prevenção, quando deveria ser ao contrário» , frisou Paulo Rodrigues.

A insuficiência de material para os agentes é outro motivo de preocupação, uma vez que «há riscos para a própria saúde dos agentes», acrescentou Paulo Rodrigues.

«Os polícias têm que trocar os coletes à prova de bala entre eles e num dia quente de verão podem estar a correr o risco de transmitir doenças pelo suor» , frisou.

Paulo Rodrigues disse ainda que a falta de condições no trabalho «prejudica a produtividade dos agentes» e, consequentemente, o trabalho prestado aos cidadãos.

«Reduz a qualidade do serviço e quem sofre também são os cidadãos» , frisou.

Paulo Rodrigues referiu ainda que, nos últimos anos, a taxa de suicídio dos agentes de segurança tem aumentado.

«Em 2007 registaram-se sete suicídios, mais um do que em 2006, mas mais quatro ou cinco do que em 2001» , disse.

A ASPP pretende realizar mais dois seminários idênticos pelo país, sendo que o próximo deverá ocorrer entre um a dois meses em Lisboa.

«A ideia é, no final, realizar um documento conclusivo para entregar ao Governo» , designadamente à Inspecção-geral da Administração Interna, bem como a outras entidades internacionais, como o Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia.

Lusa / SOL

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

SERÁ QUE OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS?




Que estas imagens sirvam de meditação, porque nunca sabemos quando estamos no lugar do outro, da obediência cega e estúpida a todas as ordens que são determinadas por frustrados. Qual é a prevenção que aqui se está a fazer? Será o fim (caça à multa) justificam os meios e esta operação beneficia a sinistralidade rodoviária?
Crédito aos autores.

“nemo tenetur se ipsum accusare”

O princípio do “nemo tenetur se ipsum accusare” (ninguém é obrigado a acusar-se a si mesmo) e o princípio da presunção de inocência, do seu derivado “in dúbio pro reo”, nº 1 do artigo 32º da CRP, são aplicaveis aos Processos Disciplinares, mesmo os que correm na PSP.
Assim, o " MALE PARTA MALE DILABUNTUR" - as coisas mal adquiridas acabam mal- e "MALI PRINCIPII, MALUS EXITUS - de mau princípio, mau fim, aconselha cuidado nas asneiras que se fazem e dizem...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

TOMADA DE POSIÇÃO DA SEDES


1) UM DIFUSO MAL-ESTAR

Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal-estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.
Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino.
Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal-estar.


2) DEGRADAÇÃO DA CONFIANÇA NO SISTEMA POLÍTICO

Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada a todo o espectro político.
É uma situação preocupante para quem acredita que a democracia representativa é o regime que melhor assegura o bem comum de sociedades desenvolvidas. O seu eventual fracasso, com o estreitamento do papel da mediação partidária, criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas, etc.
Importa, por isso, perseverar na defesa da democracia representativa e das suas instituições. E desde logo, dos partidos políticos, pilares do eficaz funcionamento de uma democracia representativa. Mas há três condições para que estes possam cumprir adequadamente o seu papel.
Têm, por um lado, de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; por outro lado, a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade e o Estado, coarctando a necessária e vivificante diversidade e o dinamismo criativo; finalmente, não devem ser um objectivo em si mesmos...
É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão de interesses do que à promoção da qualidade cívica. E é também preocupante assistir à tentacular expansão da influência partidária – quer na ocupação do Estado, quer na articulação com interesses da economia privada – muito para além do que deve ser o seu espaço natural.
Estas tendências são factores de empobrecimento do regime político e da qualidade da vida cívica. O que, em última instância, não deixará de se reflectir na qualidade de vida dos portugueses.


3) VALORES, JUSTIÇA E COMUNICAÇÃO SOCIAL

Outro factor de degradação da qualidade da vida política é o resultado da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz. E a sensação de que a justiça também funciona por vezes subordinada a agendas políticas.
Com ou sem intencionalidade, essa combinação alimenta um estado de suspeição generalizada sobre a classe política, sem contudo conduzir a quaisquer condenações relevantes. É o pior dos mundos: sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a; a banalização da suspeita e a incapacidade de condenar os culpados (e ilibar inocentes) favorece os mal-intencionados, diluídos na confusão. Resulta a desacreditação do sistema político e a adversa e perversa selecção dos seus agentes.
Nalguma comunicação social prolifera um jornalismo de insinuação, onde prima o sensacionalismo. Misturando-se verdades e suspeitas, coisas importantes e minudências, destroem-se impunemente reputações laboriosamente construídas, ao mesmo tempo que, banalizando o mal, se favorecem as pessoas sem escrúpulos.
Por seu lado, o Estado tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade, a ponto de não ser exagero considerar que é cada vez mais estreito o espaço deixado verdadeiramente livre para a iniciativa privada. Além disso, demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos um perigoso rasto de desconfiança.
Num ambiente de relativismo moral, é frequentemente promovida a confusão entre o que a lei não proíbe explicitamente e o que é eticamente aceitável, tentando tornar a lei no único regulador aceitável dos comportamentos sociais. Esquece-se, deliberadamente, que uma tal acepção enredaria a sociedade numa burocratizante teia legislativa e num palco de permanente litigância judicial, que acabaria por coarctar seriamente a sua funcionalidade. Não será, pois, por acaso que é precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E que é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança.


4) CRIMINALIDADE, INSEGURANÇA E EXAGEROS

A criminalidade violenta progride e cresce o sentimento de insegurança entre os cidadãos. Se é certo que Portugal ainda é um país relativamente seguro, apesar da facilidade de circulação no espaço europeu facilitar a importação da criminalidade organizada. Mas a crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência.
Ora, para além de alguns fogachos mediáticos, não se vê uma acção consistente, da prevenção, da investigação e da justiça, para transmitir a desejada tranquilidade.
Mas enquanto subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo utra-zeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom-senso.
Para se ter uma noção objectiva da desproporção entre os riscos que a sociedade enfrenta e o empenho do Estado para os enfrentar, calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau, ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou.
E nesta matéria a responsabilidade pelo desproporcionado zelo utilizado recai, antes de mais, nos legisladores portugueses que transcrevem para o direito português, mecânica e por vezes levianamente, as directivas de Bruxelas.



5) APELO DA SEDES

O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever.
A sociedade civil pode e deve participar no desbloqueamento da eficácia do regime – para o que será necessário que este se lhe abra mais do que tem feito até aqui –, mas ele só pode partir dos seus dois pólos de poder: os partidos, com a sua emanação fundamental que é o Parlamento, e o Presidente da República.
As últimas eleições para a Câmara de Lisboa mostraram a existência de uma significativa dissociação entre os eleitores e os partidos. E uma sondagem recente deu conta de que os políticos – grupo a que se associa quase por metonímia “os partidos” – são a classe em que os portugueses menos confiam.
Este estado de coisas deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de “res pública” e o de intervenção política!
A regeneração é necessária e tem de começar nos próprios partidos políticos, fulcro de um regime democrático representativo. Abrir-se à sociedade, promover princípios éticos de decência na vida política e na sociedade em geral, desenvolver processos de selecção que permitam atrair competências e afastar oportunismos, são parte essencial da necessária regeneração.
Os partidos estão na base da formação das políticas públicas que determinam a organização da sociedade portuguesa. Na Assembleia ou no Governo exercem um mandato ratificado pelos cidadãos, e têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem.
Em geral o Estado, a esfera formal onde se forma a decisão e se gerem os negócios do país, tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos em geral. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito.
A SEDES está naturalmente disponível para alimentar esses canais e frequentar as esferas de reflexão e diálogo que forem efectiva e produtivamente activadas.


Sedes, 21 de Fevereiro de 2008

O Conselho Coordenador
(Vitor Bento (Presidente), M. Alves Monteiro, Luís Barata, L. Campos e Cunha, João Ferreira do Amaral, Henrique Neto, F. Ribeiro Mendes, Paulo Sande, Amílcar Theias)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

LOUVORES

"1- Qual o significado de louvor?
O louvor é basicamente definido por três palavras:

- Barak (bendizer)

- Yadah (dar graças)

- Balal (aleluia – louvai ao Senhor)

2- A quem então devemos louvar?
. Somente ao Senhor nosso Deus
. Não devemos louvar-nos a nós mesmos (2 Coríntios 10:12)

3- Porque devemos louvar?
. Porque Deus é bom (1 Crônicas 16:34)
. Para exaltar o poder de Deus (Salmo 21:13; Salmo 103:1-5)
. Para que os demônios saiam (1 Samuel 16:22-23)
. Para se fazerem conhecidas as obras de Deus (Salmo 105:1-3)
. Para nos apresentarmos ao Senhor (Salmo 100:4)
. Porque Deus habita nos louvores (Salmo 22:3)

4- O que acontece quando louvamos?
. O inferno estremece e os demônios se abalam (1Samuel 16:22-23)
. Nosso coração se enche de alegria (Salmo 100:1-2)

5- Como devemos louvar?
. Voluntariamente (Juízes 5:2)
. Com instrumentos e cânticos (Salmo 33)
. Com palmas e voz de triunfo (Salmo 47:1)
. Louvai com danças (Salmo 150:4)
. Em Ações de Graças (Salmo 147:7)
. Com sacrifícios, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome (Hebreus 13:15)
. No seu santuário (Salmo 150)
. De todo o meu coração (Salmo 9:1-2)

6- Quando devemos louvar?
. A todo tempo (Salmo 34:1)

7- Quem deve louvar?
. Eu e você (Salmo 71:22)
. Os anjos (Salmo 148:2)
. Os astros celestes (Salmo 148:3)
. Tudo o que vive (Salmo 150:6)

8- E se eu e você não quisermos louvar?
As pedras clamarão em nosso lugar (Lucas 19:36-40)"

Para os lados de Viseu os louvores saem só aos mesmos, porquê?, porque rezam mais?
Já para os lados de Lamego, mesmo tendo a N.S. dos Remédios, nem sabem o que é isso. Porquê, não sabem rezar? Ou será que o pároco não administra bem o culto às suas ovelhas?

DIA DA VERGONHA OU TALVEZ NÃO?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

PARA MEDITAR BEM


The photos are of an officer trained in hand-to-hand combat.
As fotos são de um elemento policial treinado em combate corpo-a-corpo.
The officer figured, due to his size and fighting skills, he could disarm a knife wielding aggressor.
O elemento apresentado devido ao seu tamanho e capacidades de luta, poderia desarmar um agressor portador de arma branca.
Here is why I am forwarding these on.
Eis a razão porque reencaminho isto.
To all the idiots out there who always say, "Why did the cops have to shoot him? He only had a (insert your choice of weapons here, i.e. knife, bat, club. whatever). He didn't have to be shot.
A todos os idiotas por aí que sempre dizem "Porque é que os polícias o tiveram de matar? Ele apenas tinha (coloque aqui a arma que entender, ex. faca, bastão, pau, o que for). Ele não tinha que ser morto a tiro.To that, I respond, "tough crap ... shoot'em".
A isso eu respondo "tretas... abatam-nos".
If an officer tells you to drop your weapon, just drop it.
Se um polícia lhe disser para largar a arma, largue-a.
If you're a retard, stupid, on crack, mental or just "scared" ... too bad. No one deserves what this cop got for just doing his job. If you've got a knife, then you should die ... period.
Se é um deficiente mental, estúpido, drogado ou apenas com medo, paciência. Ninguém merece o que este polícia teve por apenas estar a cumprir o seu dever. Se tens uma navalha, então deves morrer e pronto!
This is vivid proof of how deadly people who are "only armed with a knife" can be. Some of the public think that officers should try to disarm someone armed with a knife but anyone who has had training in knife fighting will tell you - even if you win you are going to get cut.
Isto é prova real do quão perigosas as pessoas armadas apenas com uma faca são. Algumas pessoas pensam que os polícias deviam tentar desarmar um agressor portador de faca, mas quem já teve treino em combate de facas lhe dirá: mesmo que ganhe vai ser cortado.
Keep this in the back of your mind when confronting someone armed with an edged weapon.
Lembre-se sempre disto, quando confrontar alguém armado com uma arma pontiaguda.
CRÉDITO: FÓRUM PSP

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O DELEGADO SINDICAL

Tem acontecido com alguma frequência, serem os delegados sindicais dos vários sindicatos, criticados da forma como gozam os créditos que têm direito. É por isso importante tecer algumas considerações nesta matéria e sobretudo esclarecer algumas mentes mais equivocadas, sobre o exercício de direitos e o respeito por esse exercício.
Em primeiro lugar dizer que os créditos são decorrentes da Lei, não sendo por isso susceptíveis de serem coarctados ou de alguma forma postos em causa, com comentários desajustados ou inconvenientes, por qualquer hierarquia mais “zelosa”, ou até colegas de trabalho.
Estabelece a Lei 14/2002, nos seus artigos 18º e 12º., nº.2, que os delegados sindicais têm direito a doze horas mensais e os dirigentes nacionais quatro dias por mês respectivamente, para o exercício das suas funções, que obviamente serão de natureza sindical. Esta Lei, desde logo no seu artigo 2º, nº.1, diz que aos elementos da PSP é assegurada a liberdade sindical, nos termos da Constituição. Ou seja, são direitos constitucionais.
A própria Constituição, estabelece no seu artigo 55º, nº.6, que os representantes eleitos dos trabalhadores (delegados e dirigentes sindicais) gozam de protecção legal contra quaisquer formas de condicionamento, constrangimento ou limitação ao exercício legítimo das suas funções sindicais, não sendo por isso sequer discutível, que o exercício do direito aos créditos por parte dos delegados e dirigentes sindicais, é um Direito Constitucional, por isso é de importância maior o seu respeito. Aliás, será ainda de maiores responsabilidades que esse exercício seja salvaguardado, por alguém que tem a função de autoridade pública e se essa função é de chefia, então ai a responsabilidade é acrescida. Pelos vistos, por parte de alguma hierarquia e digo alguma, porque felizmente não é toda, surgem comentários alguns mais ou menos em jeito de brincadeira, mas que fazem com que os funcionários respectivos se sintam constrangidos em exercer um direito, que como se disse, está consagrado na Constituição e que tem legitimação legal e constitucional.
O que dizer, quando funcionários e alguns com funções de chefia, que com este tipo de procedimento, violam claramente a Constituição e que com a sua habitual superioridade moral, que fazem questão de realçar, põem em causa direitos que são de outros e que eles têm obrigatoriamente de respeitar e proteger (sendo eles legais representantes de autoridade pública). Será que estes funcionários, deixam de gozar direitos que têm? Quantos deles deixaram de gozar dias de férias, ou dias de licença de nojo ou outros?
Direitos e para mais consagrados na Constituição, devem ser respeitados e protegidos, mais ainda, por agentes de autoridade, os quais têm responsabilidades acrescidas, na defesa intransigente de direitos Constitucionais.
Os Delegados Sindicais, não podem, nem devem ficar reféns dessa tal superioridade moral, que apenas serve os interesses da administração, que pelos vistos, nos últimos tempos, apenas tem servido, para a desmotivação generalizada dos funcionários da PSP.
Desafio também todos a tecerem comentários, sobre o que é o exercício da actividade sindical e em que circunstâncias se enquadra este exercício.

Créditos ao autor.