É costumeiro ouvir nas esquadras, e não só, críticas destrutivas proferidas por colegas devido ás dispensas sindicais que os elementos representantes dos sindicatos metem, quer sejam utilizadas nas actividades relacionadas com a actividade sindical ou não (sabemos muito bem que há abusos) estando esse direito previsto na Lei.
Agora, separando, como se costuma dizer:” o trigo do joio”, – é triste e injusto ouvir certas criticas efectuadas por sócios que, além de pagarem a cota mensal, nada mais fazem para dignificar o sindicato e também passam a vida a lamuriar-se das condições de trabalho, da negação de regalias.
Na hora, perante os superiores hierárquicos, obedecem cegamente a tudo o que lhes impõem, sem nada dizer, mas depois vêm exigir e dizem falando muitas das vezes com bastante agressividade que se lhes conhece, contra tudo e contra todos os colegas exigindo aos delegados “este e aquele mundo” e que faça aquilo que eles não tem coragem de dizer ou fazer.
Ora, os delegados da ASPP, ou melhor, alguns, só têm prejuízo na actividade sindical: familiar, pessoal, saúde, profissional, etc. A única regalia, por assim dizer, é a descompressão de poderem em reuniões poder desabafar, quando não lhes é imposto – por ordem superior – a lei da rolha, com aquela bitola, do processo disciplinar, e o crédito de 12 horas mensais que nem todos utilizam com regularidade.
Bem, adiante, isto vem a propósito de que?!... – Questionarão vocês. Passando a responder, nos últimos tempos, por força do envio de um E-mail “velhinho” sobre “chefes”, e por causa da criação deste Blog, têm caído nos delegados da Lamego, um conjunto de pressões, justas ou injustas, por parte de pessoas que aparentemente não concordam com as actividades do sindicato a nível local e com a aplicação das novas tecnologias na vida sindical. Ora, das duas, uma as criticas se forem para levar a ASPP a continuar na defesa dos direitos dos sócios são vem vindas, agora para desistir deste projecto e do dever de informar e ser informado, do direito de expressão e opinião e de outros direitos de cidadania não sujeitos a qualquer restrição legal, jamais. Caso contrário há que mudar de “clube”.
O texto vai longo, mas para aclarar algumas mentes mais inquietas, lembra-se apenas que há dois delegados da ASPP em Lamego que gastam dinheiro em combustível nas deslocações relacionadas com a ASPP, gastam dinheiro em correspondência, gastam dinheiro em refeições e bebidas, perdem muito tempo sem acompanhar a família, e nunca, pelo menos que haja conhecimento, exigiram à ASPP o reembolso dessas despesas. São burros, é verdade, mas são felizes, andam de cabeça levantada. Será que os críticos faziam o mesmo?!...
Já agora, para terminar, há muitos direitos, designadamente no topo da hierarquia local e nacional, privilégios ou regalias, chamem-lhes o que quiserem, não extensivas aos demais funcionários e sobre isso os críticos não dizem ou fazem nada?
Mas o “pobre” e “frágil” delegado sindical leva com tudo.
Agora, separando, como se costuma dizer:” o trigo do joio”, – é triste e injusto ouvir certas criticas efectuadas por sócios que, além de pagarem a cota mensal, nada mais fazem para dignificar o sindicato e também passam a vida a lamuriar-se das condições de trabalho, da negação de regalias.
Na hora, perante os superiores hierárquicos, obedecem cegamente a tudo o que lhes impõem, sem nada dizer, mas depois vêm exigir e dizem falando muitas das vezes com bastante agressividade que se lhes conhece, contra tudo e contra todos os colegas exigindo aos delegados “este e aquele mundo” e que faça aquilo que eles não tem coragem de dizer ou fazer.
Ora, os delegados da ASPP, ou melhor, alguns, só têm prejuízo na actividade sindical: familiar, pessoal, saúde, profissional, etc. A única regalia, por assim dizer, é a descompressão de poderem em reuniões poder desabafar, quando não lhes é imposto – por ordem superior – a lei da rolha, com aquela bitola, do processo disciplinar, e o crédito de 12 horas mensais que nem todos utilizam com regularidade.
Bem, adiante, isto vem a propósito de que?!... – Questionarão vocês. Passando a responder, nos últimos tempos, por força do envio de um E-mail “velhinho” sobre “chefes”, e por causa da criação deste Blog, têm caído nos delegados da Lamego, um conjunto de pressões, justas ou injustas, por parte de pessoas que aparentemente não concordam com as actividades do sindicato a nível local e com a aplicação das novas tecnologias na vida sindical. Ora, das duas, uma as criticas se forem para levar a ASPP a continuar na defesa dos direitos dos sócios são vem vindas, agora para desistir deste projecto e do dever de informar e ser informado, do direito de expressão e opinião e de outros direitos de cidadania não sujeitos a qualquer restrição legal, jamais. Caso contrário há que mudar de “clube”.
O texto vai longo, mas para aclarar algumas mentes mais inquietas, lembra-se apenas que há dois delegados da ASPP em Lamego que gastam dinheiro em combustível nas deslocações relacionadas com a ASPP, gastam dinheiro em correspondência, gastam dinheiro em refeições e bebidas, perdem muito tempo sem acompanhar a família, e nunca, pelo menos que haja conhecimento, exigiram à ASPP o reembolso dessas despesas. São burros, é verdade, mas são felizes, andam de cabeça levantada. Será que os críticos faziam o mesmo?!...
Já agora, para terminar, há muitos direitos, designadamente no topo da hierarquia local e nacional, privilégios ou regalias, chamem-lhes o que quiserem, não extensivas aos demais funcionários e sobre isso os críticos não dizem ou fazem nada?
Mas o “pobre” e “frágil” delegado sindical leva com tudo.


