Quem assiste a este drama dentro de escolas, com crianças, não pode deixar de ficar bastante preocupado. E temos de ficar preocupados por vários motivos. Salientamos apenas o facto de que podem ser nossos familiares as vitimas destes actos absurdos e tresloucados ou, neste caso, com a falta de preparação por parte da maioria dos policias que pertencem aos quadros da PSP e GNR, excepto o pessoal das unidades especiais.
Como sabemos, a qualquer momento, podemos ser nós a ter que intervir, por estado de necessidade, devido à demora com a chegada das unidades especiais de Lisboa ou do Porto, num acidente táctico deste tipo.
Há uns anos atrás, depois de se ter dado um tiroteio numa escola americana, este assunto foi vincado por um delegado sindical da aspp de Lamego, perante o seu comandante directo. Nada foi feito de preventivo, institucionalmente, que se tenha conhecimento.
Contudo, naquela altura, aproveitando o facto de alguns agentes da esquadra estarem associados na federação portuguesa de airsoft e serem associados da ASPP, esses profissionais fizeram umas simulações e treinos. Os exercícios foram exigentes e demonstraram as fragilidades do sistema. actual e a deficiência dos meios. Desde então, nada mais se fez.
Neste episódio do Brasil, sabe-se que foi um elemento da unidade de trânsito quem tomou a iniciativa de entrar no edifico e, por sorte, conseguir ferir o suspeito no abdómen, levando-o seguidamente ao suicídio.
É certo que este espaço dedicado aos elementos da aspp é pouco ou sequer nem é frequentado por pessoas com cargo de comando, mas alguém lhes devia chamar à atenção, de que isto que se passa no estrangeiro, qualquer dia, pode acontecer em Portugal. E depois?!...
Sempre podemos acreditar que existirão pequenos heróis nas esquadras e postos do Pais e que as pobres vitimas não aumentem ou sofram mais, devido à distancia de onde estão os actuais especialistas?!... Portugal é pequeno, mas os primeiro minutos, neste tipo de acidente táctico, são fundamentais para se evitar o agravamento das vitimas. Estarão elas preparadas para esperar horas?!...
Como sabemos, a qualquer momento, podemos ser nós a ter que intervir, por estado de necessidade, devido à demora com a chegada das unidades especiais de Lisboa ou do Porto, num acidente táctico deste tipo.
Há uns anos atrás, depois de se ter dado um tiroteio numa escola americana, este assunto foi vincado por um delegado sindical da aspp de Lamego, perante o seu comandante directo. Nada foi feito de preventivo, institucionalmente, que se tenha conhecimento.
Contudo, naquela altura, aproveitando o facto de alguns agentes da esquadra estarem associados na federação portuguesa de airsoft e serem associados da ASPP, esses profissionais fizeram umas simulações e treinos. Os exercícios foram exigentes e demonstraram as fragilidades do sistema. actual e a deficiência dos meios. Desde então, nada mais se fez.
Neste episódio do Brasil, sabe-se que foi um elemento da unidade de trânsito quem tomou a iniciativa de entrar no edifico e, por sorte, conseguir ferir o suspeito no abdómen, levando-o seguidamente ao suicídio.
É certo que este espaço dedicado aos elementos da aspp é pouco ou sequer nem é frequentado por pessoas com cargo de comando, mas alguém lhes devia chamar à atenção, de que isto que se passa no estrangeiro, qualquer dia, pode acontecer em Portugal. E depois?!...
Sempre podemos acreditar que existirão pequenos heróis nas esquadras e postos do Pais e que as pobres vitimas não aumentem ou sofram mais, devido à distancia de onde estão os actuais especialistas?!... Portugal é pequeno, mas os primeiro minutos, neste tipo de acidente táctico, são fundamentais para se evitar o agravamento das vitimas. Estarão elas preparadas para esperar horas?!...
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