Profissionais da polícia com «horários de escravatura»
Fonte: TSF
Hoje às 01:38
Consulte o artigo completo em: http://www.tsf.pt/paginainicial/portugal/interior.aspx?content_id=1016772
As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.
Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.
As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.
Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.
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